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domingo, 4 de setembro de 2016

Aquilo que Não Nos Perguntaram

O QUE NINGUÉM ME PERGUNTOU, mas que mesmo assim eu digo.

CONSIDERAÇÕES INICIAIS
Deve haver um grande nome que nasce na literatura, na cultura, no diskey-joquismo e nas maiores representações artísticas e científicas do Brasil pós 2000. Este autor mesmo, que agora escreve para vocês, poderia ser um dos candidatos a este novo “grande nome”. Por pena, e descuido, o povo apenas queria saber do mesmo, e se um novo (talvez nem tão novo assim) DJ tocava Jorge Ben Jor, Benito de Paula, Beaut-au-Cue, Tony Braxton (no remix de HQ2 Club Mix), Laurent Garnier, Tino Mass, Los Jaivas, Milton Nascimento, Chico Buarque, Drum & Bassand Trance e mais dub step, então, nada de aparecer o DJ (?), mas sim apenas desaparecerem os artistas tocados pelo DJ na web? Sim, pois, deletar por infligir direitos autorias – com uma mixagem – um set de um DJ fresh na web não é muito semelhante ao que é narrado por Ray Bradbury, em Fahrenheit 451? E também não é semelhante às fogueiras que se acendiam para queimar bruxas, cientistas e livros na idade média e em outras eras da humanidade? Onde, outros deveriam surgir para que aquela arte deixasse de ser? Mas afinal, como diz Nietzsche em Zaratustra: O que isso vos importa? (2010); e que se renove e que toquem as grandes canções, que leiam, que se instruam, que amem e se respeitem uns aos outros – e nada mais, nada menos que isto apenas – e que o jovem escritor, DJ, poeta e etc. deva ou deveria, segundo minha opinião, desejar intensamente ser aquilo que ele é e ainda pode ser – e que esta seja ou é a mensagem que o mesmo jovem quer passar ao mundo, e certamente ele está a passando.

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Aquilo que não nos perguntam, mas que mesmo assim, respondemos é o que trata esta postagem.
Ninguém nos perguntou o que achamos do Impeachment; bem, minha vizinha intelectualizada perguntou sim (um abraço, amiga – e abraço aos meus amigos e membros de network da web também, aproveitando a ocasião desta vez... desta deixa); e sinceramente, pra mim, ficou claro, houve combinação de voto e de pena, também; com certeza deve ter havido. Pois, como assim, ficou constatado que a presidente impeachment-ada Dilma praticou crime de responsabilidade quando permitiu que operações de créditos (que foram entendidas como semelhantes a empréstimos) – as compreendidas como pedaladas fiscais – continuassem sendo executadas, mesmo com os riscos de não lisuras e não conformidade de demonstrações e apresentações de contas contábeis de empresas e governos, que foram advertidas com os eventos ocorridos de 2007 a 2012 no mundo contemporâneo; pois afinal, o que se podia fazer ontem, hoje, já não se pode mais, e certamente aquilo que fazemos hoje e não é inteiramente legal, também, seja em qual tempo for, não mais o deveremos realizar, ao fim; do mesmo modo o que é crime e não é de fato algo ilícito ou criminal, conforme aos aspectos da dignidade-própria do ser humano, mas que é assim considerado por força cultural ou de lei, deve sim, ser reavaliado e reposto em outra categoria, exceto a de ilegalidade.
São as eras das reparações, senhoras e senhores, que surgem para dizer da boa-nova, das bem-aventuranças e mesmo das inovações científicas e da era da sustentabilidade & da criatividade. Mas, de todo modo, ainda no Brasil, colhemos os frutos de uma política-sarro-ao-barro. Mas todo este golpe a de servir a ferir a seiva corrompida e acabar com o pé torto da questão político-econômica desastrosa do país. Agora entendo o que a presidente impeachment-ada Dilma dizia de Golpe, talvez ela soubesse que o presidente Renan e seus fieis técnicos-de-senado tinham revisto todos os milhares de volumes legislativos aplicáveis à lide-política em questão, ao escarcéu a quatro do julgamento in hospiciuos que fora proferido por ele mesmo assim, um julgamento que sucede em um hospício, segundo o Processo de Impeachment (2016); e tivessem sacado a opção (de regimento Interno, mas ora vejam, como isto!!!, superior à Constituição-88???), só tivesse caído a ficha de só realizar o impeachment sem a perda do direito de exercer cargo público eletivo ou comissionado (de confiança) por 8 anos. Pra mim, isto sim foi o golpe, sai do cargo, mas fica habilitada a ser votada ou comissionada; eu me senti lesado. Porque sofri por causa da crise e agora a pena é apenas a perda de mandato? Sinceramente, eu achei pouco, porque para cada ano de retardo econômico-político do país, eu suponho que quatro anos de pena deveriam ter sido impostos.
Talvez o hospício maior seja mesmo o Brasil inteiro alienado e rachado, que se formou quando nas terríveis e derradeiras eleições da corroboração da política antiquíssima - do embate presidencial de 2014. Talvez em um dos últimos anos de fases de crescimento populacional antes que a população brasileira definitivamente fique velha (e entre em uma fase decrescente) em razão da mudança do perfil de planejamento familiar, que era de famílias de 5-6 filhos, para famílias de 1-2 filhos, ou mesmo nenhum filho; foi quando vimos o absurdo da loucura pelo poder assumir a face de Governo, e quando a sede pelos esquemas por obras licitadas, mas não concluídas, tentaram de vez mergulhar o país em problemas, que apenas timidamente parecem que se tentam resolvê-los; num país de obras pagas, mas não levadas; nessa nossa administração político-econômica desastrosa, des-virtuosasarrista e que se abeira à infantilidade, quando sonha, mais do que faz.

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Mas eu já não quero mais apenas dizer, porque isto muitos já o fazem, mas disto muito pouco se resulta. Vou agora provar, ao meu modo:
Vou dizer e provar por que a Dilma cometeu crime de responsabilidade e porque deveria ter perdido o direito a habilitação-política por 8 anos; farei isto de modo original, citando um texto que creio (segundo breve pesquisa que realizei no Mecanismo Google de Buscas Online) que não foi associado ainda a esta questão, é o texto de Hermanson; Edwards; Maher (2011) que diz sobre a importância de dados apresentados de modo correto, com as demonstrações contábeis, as contas apresentadas, para passar confiança ao mercado e outros fatores:

The importance of transactions analysis and proper recording of transactions has clearly been demonstrated in some of the recent business failures that have been reported in the press. If the financial statements of an enterprise are to properly represent the results of operations and the financial condition of the company, the transactions must be analyzed and recorded in the accounts following generally accepted accounting principles. The debits and credits are important not only to accounting majors but also to those entering or engaged in a business career to become managers because the ultimate effects of these journal entries are reflected in the financial statements. If expenses are reported as assets, liabilities and their related expenses are omitted from the financial statements, or reported revenues are recorded prematurely or do not really exist, the financial statements are misleading. The financial statements are only useful and meaningful if they are fair and clearly represent the business events of the company (HERMANSON, EDWARDS, AND MAHER, 2011, p.4).

Traduzindo o trecho acima, de forma livre, apresenta-se assim: a importância das análises das transações e prospectos corretos de transações tinham claramente sido demostrados em alguns dos fiascos [ou escândalos] recentes que foram reportados pela impressa. Se os relatórios gerenciais (financeiros, no original) de uma firma são bem representados (apresentados apropriadamente, no original) os resultados de operações e condições financeiras da companhia, da transação podem ser analisadas e contabilizadas na contabilidade, de acordo com [a metodologia] GAAP. Os débitos e créditos são importantes não apenas para o chefe-contabilista, mas por ventura para aqueles interessados, ou engajados em uma carreira de negócios, ou para [aqueles que querem] se tornar um gestor, porque os últimos efeitos daquelas matérias nos jornais são refletidos nas finanças das empresas. Se os custos são reportados como ativos, passivos e deles [etc.], são omitidos dos relatórios financeiros estes custos relatados, ou reportados como lucro e contabilizado prematuramente ou de fato ele realmente não existe, o relatório financeiro está distorcido. Os relatórios financeiros são apenas úteis e significativos se eles forem justos e fidedignos, representando os eventos dos negócios da empresa. Livre Tradução de Livros do Edson de Accounting Principles (HERMANSON, EDWARDS; MAHER, 2011).
E acrescentaria de empresas e governos ao trecho final da citação feita.
Sendo que o GAAP é os “Princípios Contábeis Geralmente Aceitos”, da sigla em inglês.
Ou seja, ao se maquiar as contas contábeis de governos e empresas, ou ao não se fazer a contabilização segundo os padrões aceitos do mercado interno, e internacionalmente, se está emitindo dados não verídicos sobre as contas contábeis em questão e isto afeta a todos: de empresas, a próprios agentes do governo, de cidadãos até a quem trabalha com estimativas, porque faz suas projeções baseadas em dados que não estavam em conformidade com as normas vigentes. E que de fato, não eram observados na realidade.
Ou seja, entre outras coisas, as “pedaladas fiscais” criam expectativa e ambientes simulacros de negócios, que distorcem e não condizem exatamente com as práticas adotadas cotidianamente.

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Para relacionar esta afirmação final com a literatura universal, cita-se Bradbury (2016) sobre a questão da racionalização e o pensamento e a conversa das pessoas:

Do outro lado da rua, as casas continuavam com suas fachas insípidas. O que foi que Clarisse havia dito naquela tarde? “Nenhum alpendre. Meu tio diz que geralmente existiam alpendres. E as pessoas às vezes se sentavam ali à noite, conversando quando queriam conversar; caladas nas cadeiras de balanço, só se balançando quando não queriam conversar. Às vezes simplesmente ficavam ali sentadas, pensando, refletindo. Meu tio diz que os arquitetos eliminaram os alpendres porque não tinham um bom aspecto. Mas meu tio diz que isso não passa de racionalização; o verdadeiro motivo, escondido por baixo, podia ser o de que não queriam as pessoas sentadas daquele jeito, sem fazer nada, balançando nas cadeiras, conversando; esse era o tipo errado de vida social. As pessoas conversavam demais. E tinham tempo para pensar. Por isso, acabaram com os alpendres. E com os jardins, também. Quase não há mais jardins nos quais sentar. E olhe para a mobília. Não há mais cadeiras de balanço. Elas são confortáveis demais. Vamos ver as pessoas se levantarem e correrem. Meu tio diz... e... meu tio... e... meu tio...” A voz dela sumia (BRADBURY, 2016, p.64).


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Imagem I: Assinatura de Edson Souza, Revisor e editor de Textos. Fonte: Feito pelo auto, em 2016. Imagem com filtros de efeitos do Microsoft Word 2010.


JOGO DE BOLAS: Meninos 3 X Bibinhas 0

No jogo de bolas entre os meninos versus os gays, logo de cara, nos cinco primeiros minutos do jogo, já nota-se no placar futebolístico Meninos 3 X Bibinhas 0.
Isto quer dizer claramente das diferenças que existem entre os times. Uma vez que o time dos meninos tem o vestiário só deles, ou seja, dos meninos; e os pequenos gays não tem seu próprio vestiário, pois devem usar ou dos meninos ou já virem trocados de casa. Os meninos usam o mesmo vestiário há tempos, mas as bibinhas vivem se estranhando com os garotos quando entram no vestiário masculino; e no feminino? Bem, no vestiário feminino muitas meninas não aceitam os gays por lá e nem entram; e se entram, são expulsos, todavia. Isto motivou o técnico do Bibinhas a solicitar ainda com a bola rolando:
_ Por favor, façam o vestiário dos gays. Com suas duchas individuais e seus banheiros privados.
E enquanto as solicitações eram protocoladas na junta de recursos da dignidade do ser em campo, o jogo rolava, e os ânimos começaram a se esquentar: os caras xingavam: Cara aí. Vai tomar cuidado. Vai se enforcar, e etc. Claro com as palavras mais explícitas do que estas usadas. E as bibinhas falavam: Vai amiga, chuta. Pro gol, colega, pra lá. Vai, fechosa, arrasa.
Enfim, neste momento o próprio juiz percebeu que ele estava com certa dificuldade de abstrair a conversa paralela dos jogadores em campo e isto o atrapalhou; e quando um dos auxiliares de campo (bandeirinha) apontou pênalti a favor das Bibas (gays), o juiz, confuso, simplesmente marcou pênalti, mesmo que não fosse.
Foi convertido gol e a comemoração foi ao som de um hino gay, que a torcida pink and blue cantou enquanto o jogo recomeçaria. Neste meio tempo o juiz fez uma menção de que seria necessário também providenciar um manual de psicologia da confederação dos boleiros do mundo todo para dar maiores esclarecimento sobre a linguagem GLTBS, enfim, sejam quais siglas forem... Isto porque o juiz do jogo notou que “as diferenças entre a linguagem gay e hetero (sexual) são tamanhas que chegaram a ofuscar a percepção, visão do juiz no momento em que um” vai se F*der “se dialogou com um” acredita que esta é pra você, garbosa.
Outra coisa que deixou o jogo bem estranho foi às habilidades de cada time. O time das Bibas corria e levava boladas que nem sentiam; o time dos garotos tinha força física, além de pegada e xingamentos fortes. As Bibinhas eram altas, cheias-de-vida, magras e gordas, de cabelos curtos ou de rabos-de-cavalo ou algum outro penteado mais exótico ainda sendo ostentado e sustentado em suas cabeças alegremente homo-magias.
Já os boys-magia, esta linguagem diferente é contagiosa mesmo!!! Dizemos; já os Meninos eram mais discretos, alguns, porque outros podiam muito bem entrar no outro time sem perdas para qualquer uma das pares, mas estavam no lado dos meninos e engrossam este time. Os meninos eram franzinos, de pernas finas e braços sem muitos músculos, mas que corriam e movimentavam-se livremente pelo campo a ponto de fazer as Bibinhas dizerem, “ai que ”. Também tinham os meninos fortes, já mais robustos, de pegadas muito mais forte ainda e de modos grosseiros, alguns, pois outros dos robustos eram mais educados do que as próprias bibinhas que neste ponto se sentiam “as finas”. E o jogo rolava.
Nesta diferença de habilidades, teve bate e rebate na área dos meninos e a Biba mais alta conseguiu fazer um gol de cabeça, e o jogo fechou o primeiro tempo com Meninos 3 X Bibinhas 2.
Mas a reação parou por aí. As Bibinhas tentaram por baixo, por cima, tentaram infiltrar a defesa, partir com o contra-ataque, tudo em vão e tudo cortado; ou então, aquele feio chute a gol com bola pra fora, bem pra fora.
Os meninos entendiam muito mais de retrancar, e se retrancaram contra as Bibas o segundo tempo todinho. O time dos meninos se fechou por completo no segundo tempo, atacava, mas pouco, apenas mais se defendia, e ficou tão compacto, tão marcado que o jogo se encerrou em 3 X 2, mesmo.
Não adiantou as Bibinhas, tentarem tanto no segundo tempo, nem realizarem as temidas jogadas ensaiadas das monas; nem adiantou nada toda a inteligência gay e sagacidade dos homo afetivos, porque os Meninos se fecharam, e lacraram o gol, como devem lacrar a si mesmo.
Onde as Bibas mesmo organizadas e com bastante fôlego não conseguiram avançar no placar e assim fechou-se o jogo.
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Onde, na súmula é que aconteceram os maiores ganhos.
Com destaque para as menções à necessidade de vestiário de gays, não para excluí-los, mas para definitivamente reconhecer que eles são mesmo um terceiro sexo e que merecem sim banheiros só deles (ao menos em ambientes mais ou menos machistas ou coletivos e que envolvam questões genitais ou sexuais), que respeitem suas diferencial-idades e não que sejam prejudicados por terem-nas;
Também para a questão lexical, do vocabulário diferente entre gays e heterossexuais, isto ainda deve ser pensado por se tratar de questão de identidade e cultural, onde se estas palavras mal ditas não forem acometidas de bullying, pode-se mantê-las, mas é bom que os juízes já vão se familiarizando com elas e que saibam que como há diferenças entre o vocabulário de futebol feminino e masculino há diferenças entre o futebol de Meninos e de Gay (e, claro, futebol aqui é só uma analogia a tudo na vida que se aplica a princípios de coletividade e cooperação);
E finalmente, para a questão das habilidades distintas que existem e que foram claramente observadas com os dois times em campo, eles devem estar juntas, no jogo é difícil e impossível, exceto em erros, porque um time está contra o outro, mas na vida, ao se poder conciliar as habilidades dos homossexuais, que são de maiores delicadeza, sensibilidade, detalhes e profundidades, com aas habilidades masculinas puras de vigor, energia viril, de responsabilidade, de garra e etc.;
Estes, sim, são os máximos ganhos e os melhores resultados que se pode esperar em um jogo ou em uma convivência pacífica com há e que pode haver entre os homossexuais e os demais membros das sociedades, de esportiva a religiosas, profissionais ou de entretenimentos.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E DIGITAIS

BRADBURY, Ray (1920 – 2012). Fahrenheit 451. Tradução de Cid Knipel. São Paulo: Media Fashion, 2016. Coleção Folha Grandes Nomes da Literatura; v. 23. 168 pp. Lançado em 04 de set. 2016.

HERMANSON; EDWARDS; MAHER. Accounting PrinciplesA Business Perspective, Financial Accounting (Chapters 1 – 8). Textbook Equity Open College, 2011. Versão online. Disponível em <http://opencollegetextbooks.org> Acesso em 12 de agosto de 2016.

NIETZSCHE, Friedrich. Assim falou Zaratustra. Tradução de Alex Martins. 4° Edição. São Paulo: Martin Claret, 2010. Título Original da obra em alemão Also Sprach Zarathustra (1883-1898).

domingo, 26 de junho de 2016

Nascer de Novo Mundo



Imagem 1No Centro: O Eremita; Abaixo (Invertido): O Louco; a Esquerda: O Oito de Taças; Acima: O Quatro de Ouros, ou de Padrões no tarô de Mago; e, na Direita: O Dez de Paus.
Fonte: Elaborado pelo autor (2016), com as cartas de um jogo assinado por REA; CASSANDRA, 2001 in THE MAGE TAROT, White Wolf Game, Canada.




O Parto de um Novo Mundo

Eu vi uma chuva de pedra de gelo (granizo) cair em pleno inverno na região central do estado de São Paulo. Não que isto seja impossível, nem que seja um sinal de Apocalipse ou sucumbência das Eras. É outra coisa. Coisa raríssima, mas que aconteceu. Em um dia vinte e dois ou vinte e três de um mês [chamado de] seis, como este [mês]. Enquanto isto, aparentemente, a guerra dos narcotraficantes colombianos ganhava um ar de “trégua” sincera. Mas ainda quanto tempo há? Até que se perceba que drogas piores do que álcool, consumismo e alienação não existem, conquanto as autoridades insistam em dizer que as substâncias (e não os jeitos das pessoas, que as fazem, de fato), o que elas são / se tornam... enquanto isto a Inglaterra “pede pra sair” da União Europeia (EU) e mais algumas catástrofes econômicas vem a suceder com isso – enquanto que o povo não venha a perceber que tudo está conectado a tudo e que cada feito grande, gerará um outro feito maior ainda. Exemplos: SE secas fortes castigam todo o povo, depois, chuvas muito mais fortes ainda veem e alagam, criam rios temporários onde não havia, alteram o desenvolvimento das lavouras e etc. (e também enchem os reservatórios de água e de usinas hidroelétricas); se muito descaso e desprezo provem de um povo a outro, mais descaso e desprezo são o que se espera que este mesmo povo vá conseguir de amigos (e inimigos, também; mais ainda), e isto é claramente observado a cada dia, a cada novo nascer de Sol ou ao nascer da Lua. E este é o parto lento e doloroso de uma terra de reparações, o parto de um novo mundo; que vem a substituir uma Terra de provas e expiações. Se tratando de uma transição de um mundo médio-inferior, para um mundo médio-superior; isto em termos de medida de desenvolvimento espiritual, evidentemente. Mas enquanto esta Terra nova não vem de vez, vamos vendo cada vez mais coisas que intrigam, espantam, nos dão esperança e apontam que realmente mudança grande vem por ai, como muito bem já disse Bob Dylan, em “The Times They are a-Changing”, os tempos, ah sim, eles estão mudando e eles são uma mudança (DYLAN, 1963, 1991; In MTV UNPLUGGED, 1995, The Times They are A-Changin’, COLUMBIA / Sony Music).
Nos porões e nos corredores subterrâneos de Brasília, intrigas que jamais seriam para o povo [brasileiro] sonhá-las e jamais dela tomar conhecimento, todavia, nada disso aconteceu; muito pelo contrário tudo às claras, escândalos públicos e publicitados, com os Procuradores Gerais da República no encalço de corruptos e corruptores, de madames e senhores de um puro poder equivocado (que de tão antigo e corrompido, desatualizado e ridículo, acaba consigo mesmo, enquanto eles nem percebem disto) – e isto é ainda, D’O Barro Ao Sarro –, de um tempo em que juiz e procurador vão atrás de faro de coisa errada e, assim vão descobrindo para onde estava indo o progresso do Brasil, que não acontecia – sinto muito meu amigo, porque se endividar como o que sabemos que aconteceu como Brasil (sem ser um investimento de qualidade, que faça gerar mais riqueza), sinto muito, mas isto é apenas gastar, e governar para se reeleger, e não fazer bem para população alguma, seja mais pobre ou a mais rica, porque agora, todos sofrem, e o Real (moeda brasileira) já não vale quase mais nada (ou ‘’ acha normal pagar 20,00 por um quilo de presunto sem uma grande marca por trás dele? isto na promoção de fim de mês; não, não é normal isto);  é isto claramente o que enxergo.. Mas ainda bem que tem quem ‘tá’ sabendo o que estava acontecendo com o dinheiro – parece que nada fora poupado, meteram a mão em tudo; algumas milhares de mãos cheias de dedos ladinos para tomar conta dos bens e patrimônios públicos, ou púbicos e privados, e o resultado? O resultado se vê nas ruas todos os dias... Mas há, há os Procuradores que pretendem moralizar, esterilizando da corrupção e do jeitinho, o Brasil. Mas será que alguma coisa vai sobra?
A natureza sempre há, porque ela é forte e resistente. É a Pureza, por assim dizer. O Puro da Terra é o Natural, qualquer coisa fora deste sentido, é ainda tolice; mas claro, o espiritual deve ainda prevalecer sobre a força físico-natural-material (algum dia, que não cabe a nós, agora, sabê-lo, suponho). Mas da mesma forma, a natureza, assim, não é pura e simplesmente passiva que apenas reage às mudanças climáticas e se acanha e morre; a natureza também responde e revida ao que o homem faz a ela. Se há o aquecimento das águas do Pacífico, não só as águas do Pacífico são afetadas, mas toda a biodiversidade que depende deste ecossistema sim sentirá estes efeitos; e então animais assumem um comportamento estranho, atacam pessoas em áreas antes seguras, mudam os hábitos, etc.; e surgem efeitos climáticos surpreendentes que se sucedem então para vir a reequilibrar a balança que estava pendida a um só lado. Por exemplo, a seca. O Brasil viveu uma seca fortíssima em 2011-2014/15, que estudo de pesquisadores da FAPESP (que só agora, comprando a revista Fapesp descobri, que esta agência foi criada na época da ditadura militar para fins de pesquisas militares, ora vejam... a internet mesmo, é fruto de pesquisas militares, enfim: [a finalidade] de toda a guerra, [é] toda  a paz?) apontou que o desmatamento na Amazônia fui um dos grandes responsáveis (junto com o aumento da pecuária, na mesma região – se não me engano, não tenho esta pesquisa no momento) pela grave seca do Sudeste Brasileiro. E estas são as relações, as conexões que falamos; onde muitos poucos poderiam supor que o desmatamento na Amazônia, junto com a retirada das martas ciliares de rios e açudes do sudeste pudesse provocar tamanha seca e tamanha alteração nas chuvas do Brasil.
O mesmo acontece agora em 2015/16, onde o desastre ambiental causado com o rompimento da barregam de Fundão (da Samarco), em 2015, veio apenas a suceder segundo os técnicos e engenheiros já haviam previsto, havia falhas estruturais na barragem e ela deveria ser contida e não aumentada a sua carga de dejetos. Agora, o que aconteceu?  Municípios inteiros como Bento Rodrigues e Mariana, além dos Rios do Carmo, Gualaxo do Norte e o próprio Rio Doce foram afetados de uma forma terrível e indescritível, no que tange aos transtornos e alterações provindas desta terrível catástrofes humana, com repercussões ambientais. E ainda algo pior pode vir, porque a bacia do Rio Doce se tornou “a mais impactada do Brasil”, de acordo com Pavan (2016), do instituto GIAIA (Grupo Independente para Análise do Impacto Ambiental, 2016) apud – relatado a – Carlos Fioravanti (2016, p.60), publicado em seu artigo Águas Mortas, que consta na Revista Pesquisa Fapesp, n. 243 de Maio de 2016. Onde, o GIAIA está analisando o impacto causado pelo rompimento da barragem de Fundão em vários pontos da região, ao longo do Rio Doce, e indo de Mariana (MG), até a foz, onde o Rio encontra o mar, no Espírito Santo (ES).
Uma das pesquisadoras (Graduada em Farmácia) que acompanhou a expedição do GIAIA, incomum no aspecto que esta expedição serviu para coletar material de amostra a vários institutos de pesquisas diferentes, ressalta que o rio Doce se tornou ácido com o acidente:

“Por ser ácida e carregada de metais, esta água pode causar dermatite de contato”, disse Natália Guimarães (2016), graduada em Farmácia, pela primeira vez em campo, para colher amostras para sua orientadora de mestrado, Vivian Santos, professora da Faculdade de Brasília (UnB) que fez as primeiras análises das concentrações de metais. As avaliações das amostras da primeira expedição indicavam níveis elevados de ferro, alumínio, manganês, zinco e arsênio, o que contribuía para fazer da água algo a ser evitado, como Natália já tinha verificado. Um colega esbarrou com uma luva molhada em seu braço e sua pele clara ficou vermelha e irritada em segundos (FIORAVANTI, 2016, p. 61; Rev. Pesquisa FAPESP, n. 243, maio de 2016).

Enfim, o que dizer? Como um Rio com vida, e que tinha até o nome de Doce, isto é, de água incolor e insossa, ou seja, própria para plantio e até mesmo para o consumo, em pontos do rio onde a poluição não houvesse chegado; onde, como e agora, a água do rio deve ser evitada porque se tornou ácida? É muito absurdo, é ainda causado pela ganância e pelo descaso de diretores de várias empresas e não só de uma? E quem sabe quais outros males esta tragédia ainda poderá causar, ainda enquanto é mesmo a época de transição de um costume a outro...  E quem sabe a qual proporção igualmente esta água agora maculada pela corrupção e vaidade humana, não pode também trazer a temida chuva ácida?
E para se explicar ultimamente o que vem a ser este parir de um novo mundo... quem entende de controle, pense no ponto de equilíbrio, ou na meta que o controle deve atingir. Pois bem, tem a meta para mais (quando se extrapola ela) e para menos (quando ela é apenas mitigadamente atingida), ou seja, consideradas as devidas proporções, há momentos de puro espanto e de sublime esperança, mas nem um nem outro deve nos iludir, o centro de meta é o que importa a mudança da fase de transição da terra de provas e expiações para a fase totalmente instalada da Era de Transição da Terra, em um Planeta de Reparações e Regenerações. E isto ainda pode ser entendido como um pêndulo que vai de um ponto negativo [ex. -10, onde menos dez (-10) é o ser animal bestial total] a um ponto positivo [ex. +10, onde mais dez (+10) referem-se a seres muito evoluídos e sem a ânsia mesquinha da humanidade], onde não estamos saindo de menos 10 e nem estamos entrando do +5 em diante, apenas estamos equilibrando as coisas, há uma meta a ser conseguida, e / ou estão a equilibrando ou conseguindo por nós; e seja isto entendido exatamente como algo que vai de um ponto (que saia-se dos negativos), e que vai, se não diretamente aos positivos, a um ponto em que fique na mira da meta, no zero, no equilíbrio e na reparação perfeitos.


Sugestão Cultural

Nesta coluna, irei indicar e mostrar um pouco do que leio, ouço, assisto e jogo, coisas assim, etc... E com vocês, a primeira coluna de 2016 das Sugestões Culturais do Blog Livros do Edson.
MILTON NASCIMENTO – Clube da Esquina 2, CD 2. Abril Coleções
Estou ouvindo muito Milton; e este CD é um dos mais incríveis, um dos mais modernos de Milton, assim eu considero; ao menos, da minha discoteca. A Canção que abre o CD é um verdadeiro achado histórico, moderno e poético, musical e com uma perfeita letra emocional. Trata-se de Canção Amiga, de Milton Nascimento e Carlos Drummond de Andrade. O CD tem ainda duas músicas com Chico Buarque de Holanda, em Canción por La Unidad Latino-Americana, dePlabo Milânes e Chico (1978) e Léo (de Milton e Chico); música parceria de Milton com Márcio Borges (A sede do Peixe, 1978) e Meu Menino, de Danillo Caymmi e Ana Terra. Entre os clássicos do CD estão Maria, Maria de Milton e Fernando Brant e Que bom, amigo (que lembra o CD I do Clube da Esquina, em momentos de piano como em Cais,  1971, e  Um Gosto de Sol,1971). DEFINIÇÃO Deste BLOG: Seria o hippie mais moderno do que o classical hippie tupiniquim que é ouvido no Clube da Esquina I.

GAL COSTA – Estratosférica. Sony Music
CD de estúdio de Gal Costa de 2015. Mostrando todo o potencial de uma cantora madura e consagrada internacionalmente. O Cd abre como um refresh na música popular brasileira, movimento que já foi iniciado por Gal deste Neguinho (do álbum Recanto, por exemplo). A faixa de abertura Sem medo Nem Esperança é muito contemporânea e reflete muito bem o momento da nação. E o ritmo do CD segue a linha da bossa nova electrônica ou a Techno cancioneiro de Gal Costa. A faixa título do disco é a terceira, que é de autoria de Céu, Pupilo (baterista da Gal) e Junio Barreto. O Cd segue com canção de Thalma de Freita e João Donato,Ectasy. Tem ainda Dez anjos, de Criolo e Milton Nascimento; Espelho D’água de Marcelo Camelo e Thiago Camelo; além de canções de Tom Zé e Caetano Veloso. Tudo inédito, tudo novo, bem moderno, contemporâneo, eletrônico com bossa nova e MPB, Techno com forró e Techno com piano bar. CD altamente recomendado para todos que apreciam boa e nova música.

JAMES JOYCE – O Retrato do Artista Quando Jovem. Folha de São Paulo, 2016. Tradução de Guilherme da Silva Braga.
É um Clássico, que eu ainda estou lendo, estou no segundo capítulo, mas eu já indico os motivos desta indicação:
Stephen Dedalus é o personagem que fez a transição do Era uma vez, para o novo estilo de narrativa. Joyce relata no Retrato do artista enquanto jovem, o desabrochar da alma de um culto, de um intelectual, de um artista, ao mesmo tempo em que usa como cenário a questão religiosa na Inglaterra, Irlanda, Escócia, Reino Unido; ou seja, os costumes e os credos daquela região, os debates entre anglicanos, católicos, protestantes e etc.
O primeiro capítulo que li, é uma mistura de um sonho lúdico lindo e perigoso, junto com o dia a dia de aula de um internato religioso. E se termina (tal capítulo) com um desfecho incrível, e nos faz lembrar nossas primeiras conversas com os diretores do colégio, de fato, este livro faz a gente lembrar-se de nós mesmos, enquanto artistas e enquanto erámos jovens. Mas tem muito mais, é apenas uma amostra, leia o livro e perceba você mesmo o quanto este escritor foi bom, abaixo, uma pequena amostra da versão eu estou lendo.
“as palavras que não entendia eram repetidas para si mesmo até que as tivesse decorado: e através delas tinha vislumbres do mundo real ao redor de si. A hora em que também haveria de tomar parte na vida daquele mundo parecia cada vez mais próxima e em segredo ele começou a preparar-se para o grande papel que o esperava e cuja natureza podia compreender apenas de maneira tênue” (JOYCE, 2016, p. 63, capítulo II).


OS Partos do Novo Mundo – Cartas de Tarô

E para fechar este post de Junho/2016, reportamo-nos, novamente, as cartas de tarô que abriram esta postagem, vamos fazer a análise delas segundo o tarô de Mago e o tarô místico convencionalmente aceito. Vamos lá?
·        TARÔ Normal: O Eremita indica alguém que sai do centro, de si mesmo ou dos outros, ou seja, é excêntrico, fora do centro, alguém distante e isolado, mas que justamente por está de fora, ou rodando fora da roda, consegue entender melhor como as cousas estão indo. Ele é silencioso, discreto, sábio, estudioso, clarividente e tem capacidades notáveis latentes em si. O que corta o Eremita é o Louco. A carta Zero, o que é o início e também é o fim de um ciclo. Ele não tem caminho, então ele vai para onde querer, como muito bem deduziu Raul Seixas sobre os Loucos, em Maluco Beleza. De fato, estas cartas indicam alguém muito tranquilo e reservado, que se vêobrigado a agir de qualquer modo, a qualquer hora, a fim de que realize uma mudança que se faça necessária, porém há uma grande chance de o louco nada fazer, mas como muito bem se ressalta, quem nada faz, opta por assim nada fazer, ainda mais quando se trata de um ermitã, com habilidades latentes para fazer alguma coisa valiosa, mas o Louco já avisa, para o Eremita tomar cuidado com o seu distanciamento voluntário da sociedade. O Oito de Copas confirma este configuração de valor que damos ao Eremita, desde que ele assuma uma posição e não fica apenas cada vez mais distante do centro. Onde se trata, o Oito de Copas, de uma carta que pressagia uma circunstância que irá fazer com que as coisas mudem radicalmente; como se trata de algo radical, a princípio pode não ser encarado com serenidade e louvores, porém, se o clima de revolta ou de passionalidade for transposto irá dar espaço a um novo caminho a ser trilhado, senão, se não enfrentado com serenidade u se tratado com insegurança, pode ser uma fase de difícil superação.  O Quatro de Ouros (ou de Padrões) fala da questão financeira desta questão, do Novo Mundo, do motivo deste tarô hipotético e desta postagem concreta. Indica claramente a necessidade de se fazer uma economia, de se agir segundo um controle, atingir uma meta, ou seja, superar as dificuldades para e de fato construir um novo caminho, uma nova sociedade, encontrar um novo sentido. É hora de agir como o previsto, e dentro das possibilidades concretas, sem esperar que as coisas deem certos sem que o esforço da nossa parte também venha a contribuir com isto. Planeje e controle, sistematize-se e tudo, fluirá. É o conselho desta carta. E Finalmente, o Dez de Paus diz de uma vitória triunfal, de um presságio de boas novas. É o sucesso material, social; além da construção de uma sociedade estável e sólida. Mas para que isto aconteça é interessante que se prepare ara tudo o que está para acontecer e que também, saiba que a medida do desempenho é a mesma do esforço, e que os esforços a médio e curto prazo devem se dissolver no esforço maior e mais poderoso, o esforço da meta em longo prazo a que se deseja (e que irá se conseguir, segundo a previsão este tarô), se cumprir.

·        TARÔ De Storyteller (DE Mago: A Ascenção): O eremita se relaciona com os Vazios, os magos sem tradição alguma, mas antagonicamente quer dizer Tutoria ou Guiar. Fala da Introspecção, da contemplação, da experiência, da descoberta e da sabedoria; mas quer dizer, principalmente sobre as possibilidades; além de dizer da consciência, da coragem e das buscas.  O Louco representa os Desaurido, os magos ensandecidos. Significa êxtase, Aventuras, monólogos mentais, ou falados (sozinhos!!!) e etc. O Oito de Copas no tarô de Mago se relaciona com o Abandono, primeiramente; e depois fala da estagnação, tal como o caminho do rejeição,  da miséria, da indolência e da inércia. Como se nota, este é um ponto bem diferente entre os dois tarôs, mas é claro, o tarô storyteller apesar de inspirado em tarôs reais, trata-se de um acessório (muito interessante, diga-se de passagem) de um jogo de RPG. O Quatro de Padrões é a Direção; e quer dizer dinheiro, solidariedade, poder, vitalidade e tornar possível ou poder, empoderamento. E Finalmente, o Dez e paus quer dizer, neste tarô, Entropia, ou Eutanatos (que são os detentores primais da Esfera da Entropia); no jogo quer dizer Opressão; além de significar ruína, falha, destruição, limitações e cargas extras... Como se sabe, os RPGs de Storyteller tem uma alta carga de Horror e drama contemporâneo místicos, assim, nada mais comum que os sentidos das cartas sejam mais carregados e sombrios em suas significações.

sábado, 14 de maio de 2016

Atualizações de Status Quo


Postagem autoral: de nn estilos e um único post.


Editorial: O Brasil que nos sobrou.

As coisas, hoje em dia, são muito evidentes.
Não sei se são as milhares de câmeras apontadas para nós a todo instante, se são os controles de segurança e os sistemas de informações, ou se é a ancestral arte de fofocar sobre a vida alheia, o fato é que a todo momento parece que alguém está a nos despir, de tanto nos olhar; ou alguém está  a traçar perfeitamente nosso perfil psicológico, ou ainda, estão a descobrir tudo aquilo que somos ou que fazemos de nossas vidas. E, isto ainda, aprofunda-se.
E quem sabe? Há quem saiba o que fizemos em outras vidas, em outras cidades ou em outros partidos políticos? E no mais? Onde fazemos, nós todas estas coisas? BRASIL
Afinal, o que é o Brasil? – Esta pergunta é uma incógnita, mesmo para Renato Russo (1960 – 1996), Cazuza (1958 – 1990), Betinho (Hebert José de Souza, 1935 – 1997), Paulo Freire (1921 – 1997), irmãos Villas-Bôas (1914 – 2002) e Plínio Marcos (1935 – 1999), que são os gênios do Brasil na Música, nas ações de sustentabilidade e políticas (públicas ou privadas) acerca de questões sociais, os gênios educadores, expedicionários ou dramaturgos (isto sem citar, Gregório de Mattos, Machado de Assis, Nelson Rodrigues, Chico Buarque e Milton Nascimento, Gianfrancesco Guarnieri e etc.).
Mas com tantas evidências: o que é mesmo o país Brasil? Quem governa isto aqui? É a presidente, digo, o vice-presidente que agora é o presidente em exercício? Talvez não seja deste modo, ou não tenha assim sido. Então? Seria o líder do Congresso (Câmara dos Deputados), mas é o presidente interino do congresso, que (com todo o respeito que o protocolo parlamentar/legislativo exige, mesmo assim) fita-nos com uma face de [perguntar] “o quê mesmo estamos nós a fazer aqui?”? Acho que não. Já sei, são os técnicos legislativos, os assessores, os círculos do poder e grana bruta, devem ser eles mesmos quem governam o país, como se sabe, a cidade que está oculta na Cidade. Assim, então... Como nós poderemos saber se não fazemos parte de nenhum destes conventículos ou destes círculos de decisões estratégicas federais?

Livros do Edson, não têm as respostas, como é de se supor, nem ao menos este escritor, nem os outros escritores que leio e reviso com o meu trabalho de adequações e revisões de teses científicas; que eu saiba ninguém portam tais repostas. Enfim, mas isto tudo não me impede de tentar responder as perguntas feitas acima, assim:

·       O Brasil é um país “à mostra”. Já que tudo o que é bom por aqui querem cercear e proibir, porque assim só quem quer for o detentor deste “bom” ou “bem” poderá lucrar com tais negócios, é uma lógica complexa e egoísta / mesquinha – torne o natural ou o público privado – mas, por vezes, as melhores lógicas são sempre postas em “standy by” [espera – de molho] para um futuro a perder de vista (o Inimigo do Povo, de IBSEN é um bom exemplo do que quero dizer aqui);

·       A educação é outra questão complexa, por aqui. Para se ter uma leve ideia, apenas em 2016 é que se regulou sobre as empresas universitárias (burocraticamente, suporte legal à start ups de estudantes e pesquisadores) a fim de que elas possam “funcionar” com o respaldo legislativo regulamentado. Ademais a isto, muitas famílias brasileiras (ou chefes de famílias) não consideram a educação como algo fundamental para seus filhos (ou para si mesmos). Neste ponto, o Governo Lula e Dilma (2003 – 2016) agiu com fundamental importância na intermediação entre as IES (Instituições de Ensino Superior) e os alunos carentes (de baixa renda), fornecendo isenções fiscais relativas ao valor das bolsas (ou seja, o Governo deixa de receber os impostos cabíveis em virtude de a faculdade “dar” as bolsas de estudo). Mas, segundo o meu entendimento, o maior problema da educação no Brasil são as pesquisas e como a sociedade, como um todo, encara o pesquisador, o escritor de teses, os cientistas, os profissionais de alta educação e etc.; o primeiro ponto, a pesquisa é muito aristocrática ou fechada no Brasil, apenas alguns alunos, orientados pelos professores certos conseguem realizar as suas pesquisas (e pasmem! Independente da qualidade; mas levando em conta a relevância – quantos outros temas sobre isto VS importância do tema, sendo que quanto menos se fala de algo, e mais importante este algo for, muito mais relevante é uma pesquisa – além de o interesse de escola, professor e agência de pesquisa neste tipo de estudo). Tudo isto tem de mudar, tudo tem que ocorrer por mérito, por privilégio da inteligência e da capacidade que cada um tem (atribua-se isto a Deus, a genética, a educação convencional, ou aos sistemas de ensino-aprendizado propostos por Descartes, Freud, Wallon, Vygotsky e Piaget). Sabe o que me dei conta, de novo, mas mais grandiosamente? Nossa, temos três mil, quatro mil anos de Historia e Conhecimento no Mundo (senão mais que isto) e tem gente que ainda acredita em cada coisa (bizarra, absurda, vulgarmente supersticiosa ou alienada), justamente por não saber o conhecimento que nós temos; mas nós, doutos e mestres, estudantes e cientistas, profissionais e pessoas compromissadas, temos o dever que agir e ser exemplar no rumo do sumo-bem e no mais, agir com serenidade nas questões relativas a priori de toda a pura vontade-prática-pura (Kant, 2015). Isto é, somos nós, quem devemos ter (e deter) conhecimento para saber e fazer o que é necessário (divulgar ou aguardar, reformular ou atestar), em busca do fundamentalmente bom e produtivo (social), ou belo e sublime (artístico), ou ainda transcendental (metafísico) e, para usar um termo atual, sustentável (físico-consciente); toda a educação do Brasil, exceto os cursos privados, SENAI, SENAC, centros de pós-graduação e escolas de artes, deve passar por uma profunda reestruturação e re-conceptualização, para que além de formar o ser político (ou “abortar” o ser político, como se tem a impressão que acontece, algumas vezes), para que, além disto, a educação venha a servir também para formar cidadãos e pessoas capazes de atuar no mundo globalizado e condizente com práticas de sustentabilidade, transparência e condução éticas integrais. Muito precisa mudar;

·       Como se sabe aqui, nós do Brasil, fazemos qualquer coisa. Este é nosso jeito, no improviso, no susto, no embalo. Claro, nem todos são assim, há os planejadores e quem já chuta logo o balde de cara e não quer nem saber de tentar negociar com a sociedade (If YouNegociate... – Pink Floyd: The Final Cut – Especial agradecimento a Pink Ployd, David Gilmour); isto também diz daqueles que foram definidos por Freud como psicóticos, ou seja, eles não querem negociar, eles não querem saber e acabam por se marginalizarem, se tornarem alternativos (ou grinds, de undergounds), OU acabam lendo algo como O Conto do Noctâmbulo (para a vida inteira) e não saem disto. Mas o Brasil é muito diverso, e tentar estereotipar países diversos e gigantescos é mais algo estatístico do que de observação. E há os que corrigem seus próprios caminhos, assim, tal como também há os comprometidos de verdade, aqueles que são pessoas que querem verdadeiramente fazer um Brasil melhor e mais justo para todos, respeitando a História que cada um teve e a parte que cada um deve ainda ter deste maravilhoso país.


E no mais, o mais, o resto, o além, daqui, eu acho que todos já sabem. Temos muita força e diversidade na natureza. A nossa Mata Atlântica resiste e ainda quer se fazer crescer (mesmo com seus fragmentos e) mesmo com a ação incessante do homem que quer ver a mata derrubada, na tola fantasia de assim, ter sua conta bancária – a declarada e a oculta – supostamente aumentada, com lucros de uma exploração desnecessária e idiota, porque nossa maior riqueza é a natureza em si, e não o dinheiro que “adquirimos” quando aniquilamos as nossas matas, faunas, floras e riachos. Aqui temos homens e mulheres belos e fortes, temos uma cultura riquíssima, uma culinária dos deuses, uma miscigenação genética que nos conferiu corpos esbeltos ou obesos e bem diversos (até a geração que nasceu no fim da década de 1990) e uma geração com um corpão escultural & voluptuoso e não muito afeiçoada ao raciocínio, ao sublime (artístico) ou a “prosseguir com o caminho que nos trouxe até aqui”, mas que tem nesta mesma rebeldia e na exposição pública (real ou virtual) de suas opiniões um de seus grandes trunfos (só faltando aprender a usar integralmente, questão de gerações, suponho).
E também, eu sou um brasileiro (hieróglifo, enigma, enfim...), quer mais diversidade do que um matonense (SP) que declara uma poesiaDrummondiana (de Itabira/MG) nossa em site de DJs, Russos (e do leste europeu); e que é ouvida por Romenos, Árabe-Emiradenses, Ucranianos, Norte-Americanos, Ingleses, latino-americanos, sul-africanos, brasileiros, argentinos e muitas outras pessoas, de demais nacionalidades, do mesmo modo que aquilo que escrevo aqui é lido nestes e em outros países; onde, eu só tenho a lhes agradecer. MuitoObrigado. Gracias. Thank You.


SILVERCHAIR - CEMETERY



Conto-Texto: Os sem-cultura da Contra Cultura do Interior de SP
O que é São Paulo, meu? É mais do que uma cidade, é mais do que um Estado, é mais do que o estado mais rico (desenvolvido) da nação, é mais do que aquilo que fazemos, é aquilo que deixamos de fazer. São Paulo teve em si, as melhores casas noturnas, boates, teatros, casas de espetáculos, bares, lanchonetes e shoppings do Brasil. A vida noturna de São Paulo (principalmente Capital, mas também nas cidades praianas e interioranas) sempre foi muito marcante e envolvente; um berço de grande fonte de inspiração dos brasileiros de várias regiões. Perfeitamente, caberia dizer de grandes nomes como Noel Rosa, Demônios da Garoa, Os Mutantes, Karnak, Liniker e Habitants (não sei se Drama é de SP em si, mas foi o som que tocou muito e ainda hoje toca em Clubs GLS e Undergrounds de SP Capital, isto é inegável). Mas não se dirá destes nomes que acabamos de dizer por que, a se referir a eles, trata-se de cultura das grossas, de arte de boa qualidade, arte que pode ser até de massas, mas com um conteúdo inegavelmente original e de primeira qualidade, e isto não é o foco daqui; uma vez que tal texto é sobre os sem cultura ou os non-cults. E sobre eles segue.

“Como é ser sem cultura em uma região extremamente multicultural? É aquilo que quisermos, e é nada”.

A arte paulista foi substituída por funks proibidões, sons automotivos que nada dizem e só barulho fazem, som de hino de igreja e hino de clube de futebol, som sertanejo de pingaiada (beberrões e dipsomaníacos), som de filme pornô (ou o próprio pornô sem o áudio), sem nada de bom no áudio, sem nada de bom no vídeo. Enfim, são as coisas mais baixas, infames e vulgares que se passam hoje por aquilo que a populaça (ou as massas) chama de “arte e entretenimento”(áudio e vídeo, música e filme).
Infelizmente, estes são os mais sem cultura de todos, e são contracultura em uma cultura nula.
Repito, infelizmente, porque apenas com arte conceitual e atual o Brasil poderá acrescentar valor ao seu status quo (vulgarmente traduzido aqui como “banalidade ou normalidade”), ou a própria mentalidade coletiva.
São talvez os Luízes d’O Conto do Noctâmbulo, sem O Introspectivo e seus cases de cds de Belle & Sebastian, Björk, Radiohead, MuseArtic Monkeys,Underworld, Village People e etc. Claro, nenhum destes, agora, são de SP, mas são cults, ou não? Pois bem, Simonal (Wilson) no Case d’O Introspectivo também tem.
Infelizmente, como já dissemos, não falamos aqui de arte boa, mas sim de “alternativo” ou “rebelde sem causas”, que na verdade é o versuscult non-cult (contra cultura sem cultura). Por isto as aspas, porque não são nem alternativos, nem rebel rebel nem nada.
Talvez apenas o álcool, o sexo e a droga,
ou nem isso e nem nada mesmo.
Só algo a que se alienar – nada mais que vulgar.

Eu, confesso, que fiquei impressionado com o t.co (Twitter), com as opiniões que sucederam um pouco antes do SIM ao prosseguimento do Impeachment sair da Câmara dos Deputados e ir para o Senado. Pessoas, ou perfis (apenas) que eram claramente a favor de Dilma, Lula e 13 company, se tornarem VERDE EAMARELO




De repente. E odiavam Lula e Dilma e #ForaPT e sabe, um monte de coisa, mas no mesmo t.co a cerca de 2 anos atrás da eleição de2014 estas mesmas pessoas talvez quisessem me trucidar se lessem o que eu tinha dito das obras Petistas, da gestão, do controle e da fiscalização do governo que estava/está ou esteve no poder.
Às vezes tenho a impressão que são os mesmos, contra e a favor, e até mesmo vejo que são... Eram a favor de Dilma e...
E de repente “quererem” que se instaure um processo (ou que prossiga o processo) de afastamento definitivo da presidente Dilma – que é isto que eles querem, e não nos enganemos em relação a isto, por favor – a fim de que o Brasil volte a crescer.
Mas e se, a especulação toda fizesse sentido: e se realmente algumas pessoas (categoria empresarial) estivessem guardando o dinheiro para quando se mudasse a figura ilustre representada na pessoa que ocupa a presidência da república, pudessem por fim investir? Tudo isto então seria um complô? Mundial então... Importância pra isto o Brasil tem, só não sei se tudo isto teria acontecido sem o povo espontâneo que foi às ruas e disse, aos seus modos, aos nossos modos:

Basta, Roubalheira. Chega de escândalo de corrupção. Eu quero minha dignidade e esperança de volta.


Eu pensei muito sobre isto e sobre isto ainda falaremos abaixo,
mas o que cabe de tudo isto aqui, na parte da cultura de SP, é que:


Finalmente creio que perceberam que o PT armava,
Ou que armaram para cima do PT e que o Brasil que brasileiro
E estrangeiro quer ver, nada tem a ver com quem estava no poder.

Exceto na diversidade que era formada entre
Negros, mulheres, homossexuais, leigos e auto-afirmativos,

No mais, somos capazes de lutar e impor nossa visão
Conquanto que alguém perceba a nossa insatisfação e arme
Um golpe, um impeachment ou um movimento de massa
Que venha, e reestruture tudo o que esteve por aqui.

Mas agora é que começa, ou será que não termina?


A insatisfação é cada vez mais evidente. As pessoas não estão satisfeitas com o que acontece com o Brasil, interna e externamente a ele.
E o povo não quer nem saber se é Temer ou Dilma, eles querem ter o que comer, o que vestir, o que consumir em lazer e entretenimento;
Enfim, eles querem suas vidas de volta, e se ninguém as der a eles, eles vão ter que fazer alguma coisa.
Nem que for ser apenas peões em um complô a nível presidencial. Mas eles vão sê-lo.
Tal como, quando o ser e o não-ser se tornam exatamente a mesma coisa. Não é mesmo assim que diz o filósofo Schelling?


Vê se não chia.



(+ de 1) Mais de Um Mês sem postagens novas no Blog. Por quê?

Sinto muito se os deixei sem atualização por mais de 40 dias. Nossa, faz tempo mesmo. Eu estou com uma carga de revisão de textos bem densa e por isto tive que me ausentar do blog: foi à férias mais trabalhosa do editor deste blog, sem dúvida. Foi à primeira, também...
Escrever para outras pessoas, revisar seus textos e adequar tudo a cada padrão de faculdade ou norma ABNT ou Vancouver é uma tarefa muito minuciosa e que exige bastante dedicação, só que eu não posso dizer que apenas por isto estive ausente. Isto apenas e nada mais. Claro que não.
Também, houve outros motivos, a crise político-econômica brasileira, o processo de impeachment, algumas coisas que aconteceram (e que eu já tinha avisado antes aqui no blog), enfim, os demais conteúdos já postados aqui; e eu explico:
·        a crise político-econômica brasileira, isto é: com pouco dinheiro em circulação e com o dinheiro rendendo pouco (em todos os sentidos) nós, brasileiros, temos de nos virar para conseguir nos manter mês a mês e pagar as nossas contas, entre outras questões. Realmente é um momento muito complicado, sem perspectivas muito positivas para a maior parte das pessoas, onde e como (todos) temos que sobreviver de bicos (afazeres informais / não convencionais) ou de trabalhos por conta própria uma vez que o mercado de trabalho formal está desaquecido e se não nos virarmos – jeitinho – as coisas ficam bem piores ainda...;
·        o processo de impeachment, isto é, além de tudo é um momento de transição no Brasil, coisas estão acontecendo; e tem a questão de resgate kármico(de autorização do Mais Alto para que isto aconteça), e mesmo a decisão dos próprios homens (dos digníssimos deputados, senadores, juízes-ministros e etc.) e das associações políticas, civis, sociais e de classe sobre esta questão toda. Todo processo de impeachment é uma grande e grave mudança sistêmica, comportamental, funcional e estrutural de um país; independentemente, se houver ou não processo final de destituição de cargo, a mudança, em definitivo, bate-nos a porta e isto ainda é uma transformação maior e pessoal (particular de cada um); em que uns se arrependem e reparam-se agora e que outros insistem em seus erros e farsas e nestes casos a reparação fica para depois, em um momento em que tudo esteja pronto para ser resgatado e pago (quitado, sanado);
·        algumas coisas que aconteceram (mas nada disso deve ser encarrado como profético, é melhor, eu prefiro, que seja entendido como junção de conhecimento, previsão, probabilidades, e ligações metafísicas espirituais autodeclaradas, através de estudos e revisão de literatura e conclusão própria disto); e que eu já tinha avisado antes aqui no blog isto é: todo o planeta está em um grande resgate cármico e coisas impressionantes irão acontecer (como as fortes chuvas que caíram no Brasil e que ainda cairão, onde em poucos meses ou mesmo dias, se resolve problemas de reservatórios e limites de capacidade de armazenamento – porém, que sem o planejamento e  a ação correta do homem no meio ambiente / cidade e psique populacional, voluntariamente apenas, tudo isto se perde e torna-se à fases transicionais intensas, com bastante choro e ranger de dentes);
·        os demais conteúdos já postados aqui isto é, mais do que planejamento, falta de corrupção (honestidade e eficiência de serviços públicos, o termo técnico correto é eficácia, mas a palavra eficiência pode ser aplicada aqui sim, também), controle (controladoria, e controle mesmo de finanças corporativas, familiares, de posturas etc. mas este assunto é muito complexo e o sentido desta palavra varia muito em cada frase em que emprego – na verdade, o termo controle veio a alterar profundamente a minha filosofia pós 2011); e mais: educação, tecnologia, redes sociais, personalismos e personalidades e muitas outras coisas.
Tudo isto também contribuiu pra esta ausência, a fim de que eu pudesse pensar o que eu gostaria de mais escrever aqui neste blog.
Espero não ter sido muito abstrato. Apenas disse que estive ausente por ter que escrever para outrem e também em virtude de mais circunstâncias aos quais nós, brasileiros, estamos expostos em nosso dia a dia. Mas eu escrevo regularmente sim neste blog e quando eu posso, fazer isto, eu o faço.
Uma vez que eu tenho liberdade para fazer isso. E por isso e faço.
E ainda mais que têm leitores e leitores que se interessam por tais conteúdos, ah, perfeito, esta é a deixa para escrever mais;
E também agradecer, mais uma vez, desta vez a marca de mais de 16000 views que este blog, obteve, ao todo, agora, em abril-maio de 2016.
Se eu dissesse um Blog do interior de Sp para ser visto em uma diversidade de lugares, poxa a vida, talvez nem eu mesmo acreditasse ou pudesse conceber isto no início da net (nos meados da década de 1990 no Brasil). Só tenho a falar: Muito obrigado e até mais (até as próximas postagens, os próximos encontros).
Ah sim, e assim que eu puder mais atualizações da Urna Cúbica de Platina, Poesias, Filosofia, e a história Zero (aqui será a dois) de Luis, O Conto do Noctâmbulo: Casa de Macumba; além de demais atualizações de áreas técnicas e gerenciais.
Este mix de conteúdo, e ainda um ou outro share de meus sons na web, você só encontra aqui, neste blog.
E obrigado por você estar por aqui. Muito obrigado, novamente.

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Facebooks de Edsonnando:

Skrillex - Kyoto [feat sirah] vídeo de Skrillex 2011
Posted by Edson Fernando Souza on Sunday, April 3, 2016


[Ho ho #DJ] Easy My Mind Real - Skrillex Interpretion. Dub Step Of First Class, amazing climatic song https://www.youtube.com/watch?v=hwsXo6fsmso Reminds me: Fourward - The Storm [feat Linguistics].
Posted by In Novalluz on Thursday, March 10, 2016


Boa noite de sábado!Estou escrevendo um poema (faz certa de 3 meses).Ele se chama “Normalidade” e tem um subtítulo...
Posted by Edson Fernando Souza on Saturday, April 2, 2016
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