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sábado, 21 de fevereiro de 2015

Sobre as Conquistas Equivocadas


Post 109 – Tua Vitória Maldita /
Tuas Conquistas Quebradas

     POSTAGEM 106 de Livros do Edson, dedicada à realidade que se estabelece, ao status quo social e a forma como o brasileiro encara o trabalho, a network e as guildas. Boa Leitura, amigos (as).

                                                          Os nossos antepassados “guardavam” [respeitavam / seguiam] as tradições da quaresma cristã, nós, começamos nosso trabalho na quaresma – mote-quote da juventude de hoje.

Brazil, jovens de 17 anos que dominam a sociedade. Remind me Seventeen Again, do Eurhythmics (The Better Remix, like ever, I think, Thunderpuss 2000 Mix or the Extended Club Mix Version).



Prose Me

At this time to read,
This words that I do not went saying;
Nevertheless, with the phrases I have been continued.

For a long time I have been spend all my youth,
And now, when the time has so rare in my orb
The rest of order was gone to Mars, with a ticket without return.
In Space, do not have Elton John or crepuscule like here, in the Earth.

The spending of time means too slowly when you need to wait
I just have waiting for an epoch witch no exists, no more.
However, it is doing allow me to prose me.
Moreover, at that restriction of life is Truth
You are would be known about the poetry of us.

[February 19, 2015. My First Poem In English – I hope witch it is all right]



TEXTO -> Brasil que se Partiu

           Acreditávamos em palavras que diziam que o Brasil iria melhorar, depois dos anos dois mil; pois bem, depois disto, agora, em 2015 – recentemente – se diz, que tudo vai melhorar depois de 2017, e isto faz, sim, sentido.
            Depois dos anos 2000 o Brasil melhorou um pouco, para sofrer com os efeitos da crise marola (segundo palavras de Lula) de 2007 – 2008, crise esta, chamada de bolha imobiliária (gostamos de dizer, do colapso do molde capitalista não sustentável e não fiscal) e decair de 2009 até 2015 – 2016 ou 2017 – isto claro, em uma realidade only for Brazil. As chuvas de 2015 e a preocupação com a questão estratégica do reuso da água e de outras problemáticas relativa à vida sustentável e de acordo com as responsabilidades sociais e fiscais levaram (levarão) o Brasil a uma situação melhor, num futuro próximo, para além de 2017 - 2016. Todavia, este texto não faz demagogia e nem pretende atiçar falsas ilusões. De modo que, estas palavras de que tudo vai melhorar, nestas palavras, vocês podem confiar; pois se trata de uma análise de quem já muito questionou e se propôs a saber que “se tudo rui, é porque logo, um novo irá se construir” (ou, ao menos, se iniciar). Neste texto vamos analisar o que fez o Brasil melhorar, o que o fez estagnar e o que quase o pôs em ruínas, além de como, este blog, espera que as coisas vão se resolver. Este é o Brasil que se partiu em frações desiguais.
              O Partido dos Trabalhadores (PT), partido da Presidente Dilma, nada tem de partido, nem de trabalhadores – mas também está dividido, ou exibe algumas rachaduras em seu sólido murros dos militantes. Se fosse de trabalhadores, não valorizariam tanto a terceirização do Setor Público, as licitações – até para aquilo que o Poder Público deveria ter sim, Departamento montado e Funcionários concursados, com a plena eficiência da máquina pública, mas não, muito pelo contrário, o atual Governo manda e desmanda, seguindo critérios do arcadismo nacional, onde eles preferem as suas indicações, privatizações e as empresas “novas”, a um Governo Robusto, porém funcional, eficaz e eficiente – e todas as formas de pouco avanço estratégico administrativo público; uma vez que funcionário público é trabalhador, o PT deveria valorizar o funcionalismo e não o desestimular; pois, se assim fosse, se o estimulassem, abririam novos cargos, novas formas de melhor atender a população, como os cargos de controle e gestão, para administrar os recursos da forma mais correta e pontual, possíveis (sejam esses de âmbito Natural, Humano, Financeiro ou Recursos de Governança), ou seja, o Governo deveria servir da melhor e mais viável forma a população / contribuintes, mas não (só que não) – tem mais indicação, cargo comissionado, empresário e estágio no Governo do PT do que funcionário de carreira, e os que têm, são apenas os novos filiados do partido, ao que tudo indica que “sobem” (somem) de cargo. A administração pública deveria se dar ao respeito e dar o exemplo que a cabe: modelo fidedigno do que se diz respeito à Gestão Magna (Pública ou Privada).
            O problema da terceirização está na delegação de poderes e responsabilidades, isto pode servir um tanto as concessões de uso de bem público (privatização), também. O Governo deveria arcar com ônus e bônus de sua “atividade” / serviço público. Ao se terceirizar, retira-se direito dos trabalhadores e os expõe a condições menos regulares de labuta, o que, em tese, era para flexibilizar e dinamizar o serviço (motivo das terceirizações, além de menor impacto de custos e reservas), acaba por acarretar perda das boas condições de trabalho, sendo que se trata de um trabalhador igual aos outros, ao se tratar de realizar os serviços como qualquer funcionário, porém que tem menos benefícios e menor estabilidade em um contrato de trabalho de serviço terceirizado, quando comparado com trabalhadores de regimentos Celetistas ou Estatutários.
           As licitações são outro grande problema. Uma vez que se o Poder Público já recolhe impostos e tributos (taxas e demais fontes de “recursos”) para realizar seus serviços e obras, assim é, no mínimo, estranho, que se incluam processos de licitação (contudo de Concessão de Uso de Bem / Serviço Público) para as prioridades do Governo ou mesmo para repassar responsabilidade ou, também, riqueza. A função do Governo não é gerar riqueza ou incentivar a Iniciativa Privada com incentivos a Editais de Licitação, Editais de Concessão, Privatizações, etc., mas sim assegurar a Ordem e o Progresso, os Direitos Constitucionais, os Direitos Humanos e os dispostos em Lei e nos Bons Costumes. Qualquer ação do Governo fora deste sentido é perigosa e incerta. Privatizar bens públicos, recursos naturais, rodovias, portos, aeroportos, ferrovias, etc é assegurar a ineficiência da gestão pública e a necessidade da intervenção privada numa matéria comum a todos os cidadãos e pessoas;  pois, com isto, a função do Governo é repassada, altas taxas são cobradas, mas impostos também já incidem sobre o mesmo serviço / bem. Por fim, é a população quem paga mais caro por aquilo que ela já é obrigada a pagar quando realiza suas atividades cotidianas, nos tributos nosso de cada dia. E sim, no Brasil ao que tudo indica se mistura economia pública com privada, recursos de empresas e governos, com patrimônios particulares e fundos de reservas privadas internacionais.
                  Já Todas as Formas de pouco avanço Estratégico Administrativo Público, diz respeito de mais desperdício, dinheiro que se paga e serviço / bem que se recebe em troca. Quando uma empresa ganha um processo de licitação de 100 Milhões de Reais, para construir centros de treinamentos, escolas, etc., mas atrasos na obra, geram Aditivos, Tomadas de Preço, etc. que aumentam o orçamento inicial em mais de 50%, além de atrasos de mais de 200% na entrega da obra / oferta de serviço, quem perde não é só a população que paga caro que uma coisa que já começou errada. Quem perde é todo o Brasil. As empreiteiras perdem credibilidade junto a mercado e clientes, principalmente junto aos investidores internacionais. As pessoas têm poucas condições de conseguirem bons empregos nestes ambientes de pouca eficiência e grandes desperdícios, principalmente no que se refere aos empregos de nível estratégico / técnico. Em suma, isto atrasa o País, estimula a corrupção e o desgaste da Máquina Pública, e o retorno é baixo, e o custo benefício é péssimo para todo o País. Tudo isto nos trouxe a situação do Brasil em 2014 - 2015. Cenário do Brasil: Alto valor cobrado nas tarifas energéticas, escassez de água, pouca produtividade, economia estagnada, pouca confiança do investidor internacional, poucos investimentos, problemas de Caixa, serviços públicos de péssimas qualidades, altos impostos, altos juros, alta inflacionária, problemas de mobilidade e etc. Acostumou-se tanto a fazer mal feito, e com desperdício, que agora, parece que simplesmente, não se consegue fazer do modo correto.
     Isto causa ruptura no país, e a Vitória, se houver, sempre terá um gosto amargo de insatisfação à nossa boca, porque onde não se há Gestão, há o desperdício e o descontrole, principalmente no que se refere às contas públicas. E querem saber? GOVERNO BR é só preocupação com dois índices, os de satisfeitos e insatisfeitos com o Governo, eles não querem acabar com a insatisfação popular, muito menos com a Fome e a pobreza, mas sim alterar os insatisfeitos para satisfeitos. E se no processo Milhões de dólares das contribuições dos cidadãos, puderem ser desviados para paraísos fiscais, melhor ainda. E se der CPI, Processo, CPMI, é só dizer que não sabia de nada, e todos acreditam que se “funcionários” (na verdade, deveria ser funcionário do Povo), roubava na cara do chefe e se o chefe do Chefe não sabia de nada, então, é assim mesmo. Falácia, Ruptura Mental e Quimeras do Poder. Tem que ser muito inocente, e idiota para acreditar nesta História mesmo. Eles..., foram eles. Levaram o Brasil ao tempo do trabalho braçal, nós fazemos tudo na mão: plantações, colheitas, máquinas e processos de controle. Aqui é muito rústico, o modo de produção, enquanto no Japão, usam Centros de Usinagem de 7 Eixos (possível isso?), na Alemanha, a energia “alternativa” já representa quase 40% da produção Total, na Europa em Geral, a agricultura passa por profundas transformações, mas no Brasil que não falta terra fértil e sempre houve muito recurso natural disponível, todos os Recursos são desperdiçados para Gerar um PIB de Baixo a pior.

      Todavia, os do Governo insistem que o caminho econômico é este:
·        Caminho do Desperdício: A cultura brasileira / latina, no geral, da classe média, dominante, é que os recursos devem ser desperdiçados: comidas devem ser jogadas fora, água é pra correr, pra esbanjar, força (energia) é pra gastar, tem que poluir, jogar o lixo fora e como isto, se acabar com o planeta. Infelizmente, no Brasil, muitos associam desperdício e descontrole com Fartura e Sucesso Pessoal.

·        Caminho do Arcadismo: Não ao contemporâneo, não a acadêmico, ao técnico, não a perícia e ao conhecimento teórico; apenas sim ao arcaico, ao antigo, ao não moderno, ao não atual, atrasos de mentalidade e de modus operativo. A execução e a gestão  se tornam frágeis ou severamente comprometidas.

·        Caminho Não GestãoChame os amigos, se um conhecido fazia bico de “pedreiro”, chame-o para ser diretor de Habitação do Municípiose “o cabra” é dos caminhões, “chama ele” pra ser da manutenção das máquinasse uma pessoa era da manutenção e a autarquia se fecha porque roubaram muito, tanto que faliu a empresa pública (leitores internacionais, eu sei vocês podem estranhar, mas no Brasil, é comum empresas públicas terem suas atividades interrompidas, ou serem privatizadas, garças a arrombo de orçamentos – corrupção), bem, chama essa pessoa para ser supervisor de alguma coisa que nem existe. O importante são os rios de dinheiro de desperdício das receitas públicas que correm dia a adia, por 4 em 4 anos, o resto, todo o resto, que espere até o próximo ano eleitoral – para mais uma vez, revisar, para baixo, todas as metas de superávit primário e de crescimento, emprego e renda.

           Mero jogo de aparências, fachadas reformada e bem iluminada de um estabelecimento já em ruína, bem como com suas estruturas muito comprometidas... Com foi dito, o que se arruína, dá, sem dúvida alguma, espaço para que o novo se construa, só lamentamos o tanto de desperdício e esbornia que se fora neste tempo todo.
           A consciência dos novos métodos, as buscas pelo rebuscado, pelo correto, pela excelência, sem dúvida alguma, guiarão o Brasil rumo a ascensão social e econômica. E a Política que acompanhe as mudanças de Toda a Sociedade brasileira. Se há muitos desinstruídos no Brasil, que na sua ignorância, vão se esvaindo em si mesmos, do mesmo modo, há muitos doutos e sábios que querem fazer a vida melhor a cada momento possível, e nisto, com as sólidas bases democráticas nacionais, se construirá uma Nação digna de Gigantes. Gigante por própria natureza – do Hino Nacional do Brasil.

Veja abaixo, um resumo sintético (em português BR) das ideias deste Texto.




Postais do Post


Quadro: Livros do Edson, Literatura, RPG e Gestão.



Quadro: Network – Definição, Visão, Comparação entre Real VS Virtual e incentivo a conectar para reverberar.


As Relações deste Post

      Infelizmente, as pessoas acreditam que ao se associarem, ao se unirem, elas estão fortalecendo os seus interesses e demonstrando dia a dia, mais e mais, os seus poderes e as suas influências. Não sabem que, infelizmente, quanto mais pessoas, suas atividades dependem e mais e mais pessoas vão ter que estar em fina relação com você e isto são um perigo em política e empresas.
      Quando se ajuntam dois ou mais fatores (como sociedades fechadas, ciclos e demais associações), além de relações fechadas (ciclos sociais, Clubes de Empreiteiras e Políticos, etc) em empresas e Governos; o resultado é catastrófico e pior ainda o é para quem não faz acordo, não cai em si e percebe que o velho mundo de sociedades secretas e guildas, de associações monopolizadoras e controladoras de toda uma nação, um continente, não existem mais e nem cabe na Nova Ordem das Coisas.

Ouça o álbum Barking – barraquinha, feira, o som da feira - Do Underworld. É imprescindível para entender a dance pós 2010, que sensação de Deja  deu-me agora.


DJ Edsonnando Agradece:

        Poxa a vida, o que dizer? Meus plays (audições) na web não param de subir a cada dia – que excelente! Recentemente, no Promodj, eu alcancei mais de 28 promopoints de rank. Isto é muito, principalmente por se tratar de um site Russo e de eu ser um DJ brasileiro, do interior de São Paulo, que nem Residente, nem Guest DJ sou, no momento. Mas isso não me impede de tocar e bem, e de agradecer, também, a vocês, que me levaram a esta marca. Eu disse este dia aqui no Blog que o Set Hard Mix days tinha a melhor aceitação de downloads, mas isso não é inteiramente verdade, porque o setafterhours onefew people on the floor tem muito mais download do que play, ou seja, a aceitação é maior ainda porque abaixam o set, presumo eu, pela qualidade do play list, ou por indicação o que é melhor ainda. Thank YouGracias. Obrigado. Muito, mas muito obrigado mesmo, ouvintes meu no sitePromodj. Muito bom #promodj.
         No Soundcloud, também, tenho obtido um bom desempenho com minhas mixagens e edits. Pessoas incríveis ao redor do mundo que comentam que apreciam (dão Like), que dão repost (compartilhar no perfil soundcloud, e outras redes sociais), enfim, é gente muito graciosa que me traz alegria, mesmo de tão longe, me faz me sentir bem, mesmo estando tão distante – porque elas captaram a excelência de meu lado DJ: o entusiasmo, a alegria, a ousadia, o inusitado, o sublime e o mais profundo que há (dentro e) além das tendências eletrônicas. Viva o regionalismo, o mix, o underground, o pop bem feito, o rock transgressor e as baladas envolventes, dancemos como insanos, enquanto divertimo-nos (e refletimos nos envolvendo) como sábios.
       Só alegrias, para vocês, pessoal do Goa Trance, da House, da Progressive House, do Trip Hop, do Hip Hop marcado e não vendido, salve, pessoas do Samba, do Batuque, do Congado, da Folia de Reis, o Frevo, o Maracatu, enfim, que continuem as boas vibrações da Trance Music, do Drum n’Bass, do Folk, do British Pop, da Club House, das boas Tribal Houses, dos clássicos e dos remix fabulosos. Salve galera, alegria e vida longa ao bom som na Web.


Moral da Postagem

Na dúvida entre entrar na dança ou não, só analisa a galera que curte o som em volta, para ver se vale, ou não, a pena embarcar nesta onda...

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Balanço Social e Demonstrativo de Valor Adicionado


Postagem 108 do Blog Livros do Edson:
Dedicada ao DVA e ao Balanço Social - Sustentabilidade


Quadro 1 Sustentabilidade, elaborado pelo autor.



Revendo os Conceitos de Riqueza e Sucesso.

Livro do Filósofo de Friedrich Nietzsche, em versão de minha autoria (em construção, desenvolvimento. P. 17 a 19, sem editora ainda), em trecho Original, sem alteração alguma:

            Há coisas que devemos lutar e outras que devemos abstrair, saber reconhecer uma da outra é tarefa do super-homem, que escolhe quais lutas vai enfrentar e em qual intensidade vai usar suas forças.

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         As Facetas Da Riqueza (8 formas sintéticas da riqueza):
  • Riqueza ecológica: diz do meio ambiente como um todo, sobressaindo-se em suas exuberâncias naturais. É a riqueza das matas virgens, cada vez mais raras e lendárias, porque as civilizações humanas costumam transformar a riqueza ecológica, que vive e cresce abundantemente, em riqueza financeira, e nesse processo, além de gerar riqueza econômica, acaba por depreciar exponencialmente a riqueza ecológica.
  • Riqueza sustentável: diz da riqueza da integração entre o homem e a natureza, a exploração consciente das riquezas ecológicas de modo que o meio ambiente não seja exponencialmente depreciado. Ter condições de implantar 100% a sustentabilidade em uma localidade é algo que deveria melhor ser aproveitado pelos atuais políticos (entidades empresariais).
  • Riqueza financeira: diz-se da riqueza de uma operação financeira ou de um processo operacional ou de produção qualquer que traz retornos financeiros. Toda operação financeira (ou não) tem um risco, assim, a riqueza financeira é muito flutuante, e muito instável, por isto, geralmente, o mais indicado é reinvestir a riqueza financeira ou mesmo deixá-la imobilizada, na riqueza econômica (resultado consolidado). Antagonicamente, quando dos que não obtiveram a riqueza financeira, diz-se que eles tiveram um fracasso na vida.
  • Riqueza econômica: diz-se da riqueza consolidada de um país, uma região, uma família, uma empresa. São os frutos de um bom investimento (ou o arcar das consequências de maus planejamentos ou grandes intempéries). É a riqueza acumulada, ou, antagonicamente, em sua falta, é prejuízo acarretado ao longo de gerações.
  • Riqueza biológica: diz aqui mais da saúde, do bem estar, do vigor, da disposição, do humor, da alegria, da vocação para a felicidade do corpo, etc. Diz-se também, da boa qualidade genética de uma nação ou ração, em desuso no século XXI.
  • Riqueza intelectual: A Riqueza dos filósofos, a riqueza dos sábios, dos matemáticos, dos grandes contabilistas, dos engenheiros, dos cientistas. A riqueza dos livros.
  • Riqueza espiritual: a riqueza dos santos, dos enviados do Plano Mais Alto a nós aqui nesta Terra, sejamos Superados, ou não, Os Últimos dos Filósofos ou não, sejamos Humanos, Demasiados Humanos ou Não. É a riqueza que transcende tudo e é dada a quem já obteve certamente está evolução em outros Planos, e por vezes, vem a Terra, demonstrar-nos como devemos proceder. Uma riqueza cada vez mais rara, inclusive. Note que esta riqueza nada tem a ver com as riquezas financeiras ou econômicas, mas a perda das riquezas naturais (riquezas Ecológica, Sustentável e Cultural) podem sim estar ligada à perda das riquezas Espirituais.
  • Riqueza cultural: riquezas de Ofícios (Artistas, Médicos, Arquitetos, Capoeiristas, Oradores, MCs, das crianças, dos idosos, dos proletariados, dos burgueses, enfim), ou riqueza de uma localizada em específico ou ainda, riqueza de um grupo específico de pessoas, sem praticar algum ofício específico (por exemplo, torcedores de futebol, clubbers, etc).

Eu atualmente estudo CAE e TOE que são testes de Inglês, e se não me engano, no Teste TOE, em uma leitura cronometrada, tinha um texto sobre Capitalism Theory Vs Exchange Theory. Eu estava um pouco cansado ( e juro que algumas traduções livres eu faço livre mesmo, sem ajuda de dicionários) fiz este teste de modo rápido – ram mode; mas creio que o texto certamente dizia sobre A Teoria Capitalista e a Teoria Exchange (bem, eu a livre definirei aqui, porque para mim esta palavra não tem tradução literal, até agora, bem, creio): Change é Mudança, mudar; Ex é exterior, anterior, mas na pronuncia há toda uma sutiliza de significado, assim Exchange é “Em Mudança”). Sustentabilidade também está relacionada a isto. A visão Exchange é a visão sustentável, e a visão do capitalismo desenfreado, a todo custo, é, no mínimo alarmante, ou até mesmo, tende a detonar a aceleração das mudanças climáticas. Dois Links sobre estas Theorys apresentadas:
·        http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1467-8330.1975.tb00616.x/abstract  E aqui, um link da Biblioteca Online Wiley.

       A visão de riqueza do planeta está mudando, ainda bem. Não dá mais para continuarmos a produzir e viver como nossos antepassados, principalmente a atual e mais duas ou três gerações atrás. A Terra tem certos limites e condições, e estes devem ser respeitados. Uma empresa que enriquece poluindo, deveria se envergonhar de seus lucros. Poluir é igual a destruir o planeta, em escala máxima, ou causar algum desperdício à vida, em escala menor.
     Antigamente, se produzia queimando combustível fóssil, desmatando e tratando os animais de modo cruel e desumano; hoje, a ideia de sustentabilidade e de produzir sem denegrir o ambiente estão ganhando forças, e temos consolidadas práticas de marketing verde, de medição de impactos ambientais e de uso destes dados para uma boa imagem junto à sociedade, aos parceiros, enfim; o mundo finalmente desperta para a conscientização que é mais inteligente ter um gasto maior agora (com novas tecnologias e processo), mas preservar a vida e o futuro do planeta (continuidade – going concern), do que produzir de modo mais “barato”, porém devastando a Terra com esta produção.
    Só um dado que ouvi em um debate de cientistas, debate sobre O Clima, na BAND, este ano: ao queimarmos CO2 como no uso de petróleo, pegamos este mesmo CO2 - que nada mais é do que os monóxidos de carbono (CO) das eras passadas, transformados em energia, se tornam o dióxido de carbono (CO2), e na queima do dióxido de carbono, ele simplesmente retorna exponencialmente poluente ao ar, para tornar ao planeta, consolidando a poluição – e o fazemos liberar mais CO2 no processo todo, na queima” de nossos combustíveis, nas nossas poluições da nossa vida, tudo isto dá uma força exponencial ao processo de aceleração das mudanças climática. Então, se achamos que está quente agora, muito mais quente vai ficar se continuarmos a poluir o planeta, e destruir a camada de ozônio.
   Livros do Edson orgulhosamente dirá sobre Balanço Social, um conceito contábil de sustentabilidade, porém criado antes da sustentabilidade; numa época em que questões assim eram tratadas no âmbito social, de combate à fome, tanto como no âmbito ecológico, em relação ao combate a seca e o avanço do desmatamento e da poluição irreversível. O famoso sociólogo Herbert de Souza, o Betinho foi quem introduziu no Brasil o Conceito de Balanço Social, ele foi o responsável por sua divulgação e seu idealizador, inclusive com a formação do IBASE, criado em 1981 – Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas – foi o Betinho quem fez as empresas brasileiras perceberem a importância deste olhar sério, às questões sociais / sustentáveis. Se não me engano o conceito de sustentabilidade surgia apenas na Eco Rio +10 (Eco Rio de 1992 + 10 anos, em 2002).
    O Ibase diz sobre os indicadores sociais (auxílios a empregados, ações sociais, etc), interação entre os diferentes níveis da empresa e demais questões econômicas e de gestão. Acesse www.ibase.org.br para maiores detalhes. O selo de Ibase de Balanço Social é reconhecidamente um diferencial para empresas que buscam estarem em consonância com as atuais práticas e procedimentos louváveis ao mundo (dizem tanto dos maus exemplos do Brasil, aqui neste Blog, ressalvamo-nos o direito de melhor escolher nossos assuntos); e ao que se refere à questão social, das situações “Em Mudanças”, da questão da biodiversidade e da sustentabilidade, dos biomas e dos ecossistemas; em razão de tudo o que é melhor no homem e que há de mais maravilhoso e incrível no mundo, em razão disto tanto Betinho como a Fundação Ibase são primorosos.


     A riqueza um dia foi sim sinônimo de desmatamento, de gados e gados tratados sem pudor algum, e de exploração de muitos para enriquecer poucos, mas a Terra precisa ser perseverada; com isto, devemos aproveitar e também preservar a fauna, o meio ambiente (as relações, no geral), enfim a raça humana e os animais, do perigo do capitalismo extremo: 1% com Tudo e 99% com Nada. Viva a vida e a exuberância da mesma, em épocas de compartilhamento, nunca devemos nos esquecer de que esta Terra toda é que é nosso lar.




 Quadro Retirado  de Uniseb 8.1 Ciências Contábeis, 2015.






BALANÇO SOCIAL

       Segundo José Leandro Ciofi (In Redação Contábil e Responsabilidade Social, com Erika M. Carlos, Módulo 8.1 Curso Superior de Ciências Contábeis, Uniseb, Ribeirão Preto, 2015, p. 124): (Balanço Social) “Trata-se de uma demonstração que contempla uma gama de informações acerca de projetos, ações sociais, benefícios, concedidos aos empregados, analistas, investidores e comunidade, que é publicada anualmente por livre iniciativa de uma corporação, um instrumento estratégico de divulgação da responsabilidade social. (...) Sinteticamente, é uma importante ferramenta que pode ser utilizada pelos gestores no sentido de divulgar as boas práticas, além de agregar valor à companhia. ”
Devemos ressaltar que Betinho foi personalidade chave na divulgação e aceitação desta prática contábil (Balanço Social – BS) na maior parte das empresas brasileira, algumas raras já o faziam, mas a contribuição de Betinho e Ibase foi, e é fundamental para a questão da sustentabilidade e da Responsabilidade Social.
Abaixo, uma planilha de Balanço Social, seguindo todos os critérios descritos pelo Ibase (baseada no modelo de Cioffi, José L.):
Modelo de Balanço Social (Ibase 2010)
Grupos / Nomenclatura Contas Contábeis
Valores 20X1
Valores 20X0
1.    Base de Cálculo


Receita líquida


Resultado Operacional


Folha de Pagamento Bruta


2.    Indicadores Sociais Internos


Alimentação


Encargos


Previdência


Saúde


Segurança


Educação


Cultura


Capacitação


Creches


Participação Lucros


Outros


3.    Indicadores Sociais Externos


Educação


Cultura


Saúde e Saneamento


Esportes


Combate à Fome


Outros


Tributos


4.    Indicadores Ambientais


Investimentos – Produção


Investimentos – Programas Externos


Metas de Consumo


5.    Indicadores do Corpo Funcional


N° de Empregados


N° de Admissões


Empregados Terceirizados


Estagiários


Empregados Acima de 45 anos


N° de Mulheres


% de Mulheres em Chefia


N° de Negros


N° de Negros em chefia


Deficientes


6.    Exercício de Cidadania Empresarial


N° de Reclamações de Consumidores


% de Reclamações Atendidas e  Solucionadas


Valor Adicional Total a Distribuir


DVA


7.    Outras Informações


Dados Cadastrais


Modelo


Filosofia
(Demais...)






DVA – Demonstrativo de Valor Acionado

RECAPITULANDO:   O  BS  (Balanço Social)  é tudo acerca do ambiente da empresa. Lembre-se de suas aulas de administração e meio ambiental ou Filosofia Empresarial (como gosto de chamar). Lembre-se da empresa como um ser vivo que vive em torno de outros seres vivos – analogia para os mercados das empresas. Lembre-se da relação da empresa com Fornecedores, Empregados, Parceiros, Acionistas, Governo, Sociedade, Meio Ambiente, Educação, Esportes, Psicologia e Bem Estar (Saúde, moradia, filhos, etc), tudo isto pode e deve ser expressado no Balanço Social.
No Brasil, nem o Balanço Social, nem o DVA são obrigatórios, mas como vimos e veremos, eles oferecem importantes dados acerca das “fatias” de contribuição da empresa, ao responder a pergunta: qual o destino das Entradas (Vendas, serviços prestados: recursos, dinheiro)financeiras na Empresa? A empresa cumpre com seu papel social?
Lembre-se o DVA não é obrigatório, mas é interessante para as empresas terem certificações de Balanço Social, Iso 14000 ou mesmo ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, cedido pela BMV&FBOVESPA), isto dá credibilidade a empresa e a certifica a um novo mundo (e mentalidade) empresarial.


Modelo de DVA – Demonstrativo de Valor Adicionado (CPC 09)
Grupos / Nomenclatura Contas Contábeis
Em Milhares R$ 20X1
Em Milhares R$ 20X0
1.    Receita


Venda de Mercadoria, Produto ou Serviço


Outras Receitas


Receitas relativas à Construção de Ativos Próprios


Provisão Créditos de Liquidação Duvidosa


2.    Insumos Adquiridos de Terceiros (ICMS, IPI, PIS e Confins)


Custo dos Produtos, das Mercadorias e dos Serviços Vendidos. (CPV)


Matéria-Prima, Energia, Serviços de Terceiros e OUTROS.


Perda ou Recuperação de valores de Ativos


Demais (Especificar cada uma)


3.    Valor Adicionado Bruto (1 - 2)


4.    Depreciação, Amortização e Exaustão


5.    Valor Adicionado Líquido Produzido Entidade (3 - 4)


6.    Valor Adicionado Recebido em Transferência


Resultado de equivalência Patrimonial


Receitas Financeiras


Outras


7.    Valor Adicionado Total a Distribuir (5 + 6)


8.    Distribuição do valor Adicionado


(subtotal) Pessoal e


Pessoal


Renumeração Direta


Benefícios


FGTS


(subtotal) Impostos, Taxas e Contribuições


Federais


Estaduais


Municipais


(subtotal) Remuneração de Capitais de Terceiros


Juros


Alugueis


Outras


(subtotal) Remuneração de Capitais Próprios


Juros sobre Capital Próprio


Dividendos


Lucros Retidos ou Prejuízos do Exercício


Participação dos não controladores nos lucros retidos (Consolidado)






A parte mais crucial do DVA é o próprio valor Adicionado; ele deve ser dividido em cinco fatias: A parte do Governo, a parte dos Empregados, A parte das financeiras(terceiros), a parte dos acionistas (dividendos ou capitais sobre juro próprio) e a parte Retirada, Lucros Retidos (Reservas e Provisões, geralmente, estas últimas, quando novas). A saber PEVA (Parcela dos Empregados no Valor Adicionado), PGVA (Parcela do Governo no Valor Adicionado) , PTVA (Parcela de Terceiros no Valor Adicionado), PAVA (Parcela dos Acionista no Valor Adicionado) , e PRVA (Parcela Retida do Valor Adicionado).
Note que os juros são facilmente informados junto às agências de crédito, quando de juros de terceiros. O cálculo de juro sobre o capital próprio envolve várias outras variáveis, explicações estas que não cabem neste post, que veio mesmo apenas para divulgar um pouco mais sobre as técnicas de controller e gestão, e agora, com ênfase na questão ambiental e social da questão todo.

Muito obrigado por me acompanhar neste blog. E agradeço aos meus professores Uniseb – Estácio. Pelos maravilhosos conhecimentos transmitidos.

E fechamos com o gráfico pizza de exemplo de aplicações de DVA. Até a próxima.








See you later aligator > vejo você, cara de já cara de é.
(tradução livre deste blog)