blog de Escritor: Edson Fernando

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Aproveitando as imensas facilidades do mundo on line e, também, aproveitando o imenso conteúdo que tenho de material escrito, resolvi transcrever uns livros on line.
É um projeto longo, acho que vai levar um tempo, mas as semente foram lançadas. E ora, os frutos, os frutos serão os mais variados possíveis, como agregar novos leitores e aumentar a minha visibilidade,além de proporcionar um pouco de diversão e cultura gratuitamente a todos vocês.Espero que gostem!

Boa Leitura, Leitores Amigos.

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quarta-feira, 25 de março de 2015

Caipira e Folclórico


Caipira,  Sertanejo e Folk Lore (Folclore)



 Nesta postagem, um pouco daquilo que somos: nós, por nós mesmos.
     O Brasil é um país anacrônico, atemporal e fragmentado. Na verdade há apenas 3 ou 4 momentos na história recente do país e algumas pessoas vivem em épocas “paralelas” em reflexos de outras épocas neste tempo nosso em que vivemos, vejamos:
·       Mentalidade dos anos 50: O machismo, a submissão da mulher, as indústrias robustas e não eco eficiente, mas que são lucrativas; tem uma certa aversão às diferenças raciais e culturais (mote: cada ciclo em seu ciclo), ou seja, são segmentados, de certo modo, harmoniosos, mas em um equilíbrio de quem não se entende, mas deve conviver pacificamente, mesmo que a pacificidade seja apenas aparente; A sociedade se dividia em classes (A, B, C, D e E), havia distinção de sexo e sexualidade, distinções políticas e econômicas; desta época (ou antes ainda dela) vem a origem de termos, do modo como conhecemos hoje, termos como o Popular e EruditoCaipiraRegional, “mainstream – Hollywood – , underground –guetos –, Pop – popular – e Folk – regional, folclore, basicamente. Como veremos a seguir, os anos 50 eram a Era de ouro da Música Caipira. O Rock ainda dava seus primeiros passos com Elvis Presley, Chuck Berry, Jerry Lee Lewis, Roy Orbinson, Jackie Wilson e outros.
·       Mentalidade dos anos 80: O início da nova mentalidade mundial. A diversidade cultural, sexual, política e religiosa começa a ser melhor aceita, há um certo clima de “aceitação” das minorias e da diversidade, do apelo a democracia e aos direitos humanos; há um não mais focar apenas em lucros, resultados e produções, mas sim para a questão humana e ambiental da coisa toda (USA For Africa – We are the World, representa muito bem este paradigma LINK da Canção AQUI www.youtube.com/watch?v=Zi0RpNSELas). Na época, o Som Caipira  sofreu muito com os preconceitos de DJs, gravadoras, mídias e etc; o caipira se tornara rejeitado no Brasil (pelos agentes mediáticos diretos), todavia, o Rock Nacional, a Tropicália e a Disco Música BR ganham repercussão nacional / mundial. A MPB, o Samba e o Forró (For All), entre outros estilos, continuam com seus espaços conquistados ou avançam um pouco no “Gosto Popular”;
·       Mentalidade dos anos 90: A verdadeira miscelânea de opiniões, estilos, gostos e tendências. Os anos 90 foram o auge da diversidade cultural inconsequente, justamente pela falta de consciência ambiental, social, político e econômica daquelas gerações – a crise mundial de 2007 ainda não havia marcado o mundo tão profundamente ainda w uma certa irresponsabilidade ainda resistia em acabar. Muitos gêneros chegaram ao Brasil nos anos 90, citamos o Ska, o Reggae, o Country, a Dancehall, a Club Music, o Techno, a House, oTrance, o Drum and Bass, o Grunge, o Funk Carioca, o Rap, o Axé BahianoCaprichoso e Garantido, etc e etc... A liberdade brasileira começou depois de 1994.
·       Mentalidade de hoje em dia: O hoje é o contemporâneo, o tudo: o psy, o dub step, o sertanejo universitário, o experimental, e tudo o que existe. Esta consciência das mentalidades ajuda a situar o que realmente é novo daquilo que é apenas uma releitura ou uma coisa que já existe. Não se trata apenas da música e da cultura, do comportamento, dos estilos e da psique das eras, é muito mais: é mentalidade, é intelecto, é Cultura, Cidadania, é Arte, é internet, é hoje e sempre. Cremos que tudo tem seu espaço, hoje; todavia nem toda Arte atrai grandes quantidades de público ou audiência, mesmo tempo um conteúdo renomado ou comprovadamente de qualidade.
     Assim, nesta breve análise superficial temos os três ou quatro tipos básicos de brasileiro, do ponto de vista cultural e intelectual; é claro que dos anos 50 para os anos 2015 muito se alterou, mas como dizemos, há pessoas que ainda vivem como se estivessem naquela época e é disto que trata este post.
      Sintetizando: a mentalidade do brasileiro não é linear, retilínea. Pelo contrário. Vamos começar nos ater por hora que o som caipira, típico do Brasil, já foi valorizado, marginalizado, esquecido e desprezado; até que em nova versão, super produzida (em nada “caipira” ou do campo) ganha o gosto popular depois dos anos 80, todavia, muitos estudiosos no assunto dizem que estes sertanejos e sertanejos universitários não seriam mais a típica música caipira, talvez nem sertaneja, mas sim, um fruto pop da terra. Assim, o povo perde sua identidade, onde deve levar tradições a novos formatos, para poderem melhor se adequar aos rumos dos tempos. Nesta mistura tudo, o que é raiz, o que é forja da indústria da música, e não por nada, uma bela bofetada de pelica nas nossas caras de DJs contemporâneo deslavados (faces raspadas e hidratadas!!), que mesmo em 2015 temos preconceito com o Rural, enfim, torcemos o nariz para o caipira, as composições mais simples – como vemos, esta discussão de estilos e gostos é bem antiga e de maneira nenhuma, meus contemporâneos (ou gente do futuro distante), fomos nós quem trouxemos o underground o gueto pra nossa cidade, enquanto os outros levaram o sertanejo, o mainstream até a cidade vizinha.
      Assim, não inventamos o contemporâneo, apenas vivemos nele, enquanto alguns outros, a nossa volta, ainda, se encontram, ideologicamente, em outras eras e culturas.









Folklore & Folklorist
Folklore é folclore e Folklorist é folclórico ou folclorista. Entendemos que Folk Lore signifique a crença do povo, as lendas, o panteão da população. Folk Lorist é alguém que entretém ou esta a se entreter com assuntos, matérias sobre a crença, o panteão popular. Se as fadas são do folclore da Escócia, do Reino Unido, a Iara, o Bumba Meu Boi são do Nosso Folclore brasileiro. Gostaria apenas de dizer de um neologismo, de uma palavra, assim, Folk Lore Rich, ou Folkloricht – que é Alguém muito valioso (rico) em Folclore, algo como um mestre da cultura popular, regional. Em português, seria algo como um Folcló-Rico.








  Inezita Barroso e o Caipira, o Sertanejo e o Folk Lore:

      Segundo o Blog Recanto Caipira (endereço: http://www.recantocaipira.com.br/historia_musica.htmlno texto História da Música Caipira de Sandra Cristina Peripato, da Editora Ottoni e Prosa Caipira:
“ (...) A música caipira viveu seus melhores momentos, e também os piores, no século 20. A seguir a cronologia de surgimento dos principais personagens, compositores e cantores, da música caipira.
Década de 1920: início da revolução musical caipira.
_ Cornélio Pires e seus caipiras, Ferrinho, Sebastião Ortiz de Camargo, Caçula e Mariano (tio e pai, respectivamente, do sanfoneiro Caçulinha), Arlindo Santana e Zico Dias. Cornélio foi o autor do primeiro disco caipira gravado em 1929.
Década de 1930: formação das primeiras duplas.
_ Arlindo Santana e Joaquim Teixeira, Alvarenga e Ranchinho, Capitão Furtado, dentre outros feitos históricos foi ele quem deu nome a dupla Tonico e Tinoco.
_ Irmãos Laureano, Jararaca e Ratinho, João Pacífico, compositor de grandes sucessos como Cabocla Tereza, Chico Mulato e Pingo d’Agua.
_ José Rielli, Mariano e Cobrinha, Raul Torres e Serinha. O primeiro, ainda nesta década, formou dupla com o grande violeiro Florêncio.
_ Torres e Florêncio. Raul Torres foi ao Paraguai em 1935 e reivindicou a introdução dos rasqueados e guarânias na música caipira, que nesta época era chamada de música sertaneja. Hoje o termo “sertanejo” é sinônimo de música romântica de qualidade questionável, infelizmente.
Década de 1940: consolidação da música caipira.
_ Anacleto Rosas Júnior, compositor de sucessos como Cavalo Preto e Os Três Boiadeiros.
_ Carreirinho. Cascatinha e Inhana, dupla premiada e referência de sucesso, conheça a linda história de amor e sucesso.José Fortuna, autor, dentre outros grandes sucessos, da adaptação da guarânia Índia, interpretada por Cascatinha e Inhana.

_ Lourival dos Santos.
_ Mário Zan, italiano de nascimento e caipira de coração, criador da música Chalana.
_ Nhô Pai.
_ Palmeira. Na década seguinte se tornou diretor musical da gravadora Chantecler e criou, em 1959, o selo sertanejo.
_ Tonico e Tinoco, dupla de irmãos sinônimo de sucesso e autenticidade.
_ Zé Carreiro.
Década de 1950: período de ouro da música caipira.
_ Teddy Vieira, compositor do primeiro escalão caipira.
_ Tião Carreiro e Pardinho, entre idas e vindas, uma dupla que transcendeu o tempo e balançou o chão brasileiro. Sulino e Marrueiro. Vieira e Vieirinha, levaram a catira (que andava meio esquecida) para a música caipira. Irmãs Galvão. Biá.
_ Pedro Bento e Zé da Estrada, dupla que trouxe a cultura mexicana para a música caipira. Exageraram nos trajes e trejeitos mexicanos.
_ Goiá.
_ Silveira e Silveirinha.
_ Dino Franco.
_ Inezita Barroso, a paulista de classe média apaixonada por cultura caipira.
_ Zacharias Mourão, compositor de Flor Matogrossense e Pé de Cedro (música de Goiá, com parceria de Zacarias Mourão).
_ Zico e Zeca. Zilo e Zalo. Elpídio dos Santos, autor das canções de 23, dos 32, filmes de Mazzaropi.
_ Liu e Léu, irmãos de Zico e Zeca, primos de Vieira e Vieirinha. Família com talento de sobra.
Década de 1960: início da desaceleração.
A música caipira começou a perder espaço com o avanço da televisão, principalmente para a bossa nova. 
_ Abel e Caim. Caetano Erba. Moacir Franco. Paraíso. Sérgio Reis. Téo Azevedo.
Década de 1970: últimos suspiros de uma época áurea.
_ Renato Andrade. Renato Teixeira, poeta caipira, lançou em 1973 o clássico Romaria. Cacique e Pajé
De 1970 pra frente a música caipira vêm atravessando caminhos tortuosos. O movimento de “modernização” da música caipira culminou com o nascimento do chamado “jovem sertanejo”, que trouxe instrumentos eletrônicos e composições que nada tem a ver com o ambiente e a vida do caipira.
O que traz esperanças para os apaixonados pela autêntica música de raiz são os artistas que lutam bravamente para manter viva nossa história, dentre os que merecem destaque encontramos Almir Sater (...).”
      
            Há um movimento de ascensão e queda na música sertaneja, caipira e folclórica. Temos aqui três estilos bem distintos que se misturam, ora por desinformação das mídias e das pessoas, outrora por causa dos próprios termos empregados por gravadoras (e em alguns casos, artistas), e mais, em muito pelo preconceito as coisas da terra, ao rural, ao natural – ainda mais hoje, em que tudo tem que ser hy tech!!!
          Inezita  Barroso era uma grande estudiosa no assunto, e em entrevista dada ao Vox Populi da Tevê Cultura, ele ressaltava muito a diferença entre o Folklore, o caipira e o sertanejo. Vamos ver os principais pontos que a grande mestra do Folclore levantou na antológica entrevista:
·       Folcloreé o canto das camponesas que lavam suas roupas nos rios, é o canto do homem que trabalhou e viveu no campo a vida toda; é o canto dos pássaros, misturados ao suor dos meninos em meio ao jogo de bola na várzea, enquanto as mulheres cantam enquanto torram, preparando, a farinha de mandioca. O folclore não tem compositor de carreira, as canções do folclore são de autoria desconhecidas, bem antigas, ou cantadas pela primeira vez num ímpeto coletivo de um sentimento relacionado aos tratos da terra; ou ainda relativo às mudanças que a vida da cidade causa ao homem do campo, mas de um ponto de vista coletivo, em grupo, que invoca sentimentos da memória ancestral e coletiva entre os mesmos de um grupo rural. O Canto dos índios também é uma grande amostra do folclore nosso; tal como os tambores africanos, as danças do sul do país (como o fandango, a catira), etc.
·       Sertanejo: E sertanejo (e o sertanejo universitário) é o caipira com som eletrônico – de grosso modo. Notem que o Caipira é o som do mato, da fazenda, da roça, do camponês, da natureza, do homem no campo. O uso de guitarras, sintetizadores, teclados, caixas de ecos (samples, etc),  não é típico do som caipira. O caipira é a viola, o violão, a voz – são o clássico, os grandes nomes que vimos acima. O sertanejo já seria algo mais voltado para os anos 90 em diante, com Zezé de Camargo e Luciano; Cristian e Ralph, Gian e Giovanni (que acabaram a dupla recentemente), Bruno e Marrone, Victor e Léo, entre outros. Inezita defendia que o sertanejo foi uma nova roupagem (tanto sonora, estética, produtiva, etc) que a indústria da música deu ao som caipira, que foi muito apreciado no Brasil até 1940 – 1950. Mas ainda assim, é interessante notar que a própria Inezita chegou a contrariar o pai, de classe média, ao escolher ser folclorista e cantora de Música Caipira – claro, tudo ficou acertado depois, mas na época chegava a ser um escândalo uma mulher cantando e ainda mais, música tipicamente de homem, de “macho” – nossa homenageada deste post foi uma grande avant garde (mulher de visão, a frente de seu tempo, em termos de liberdade e livre expressão), mesmo quando voltou-se ao Campo em um momento em que muitos torciam o nariz para as coisas da terra. Do sertanejo ainda se diz de quem produz som nos sertões, ou seja, isto é o regionalismo, inclusive.
·       Caipira: O caipira é o homem que corta o mato, este é o significado da palavra na linguagem comum aos índios do interior do Brasil, na época de “invenção desta palavra”. Quando os índios haviam sido “dominados” pelo homem branco (colonizador) começaram as construções de estradas, pontes, etc. Os índios, que não tinham o costume de carpir a terra, nem cortar mato algum pura e simplesmente por devastar – e abrir estradas para a visão dos índios, sem dúvida, alguma era devastar – começaram a chamar o homem branco, colonizador, de caipira. E o termo pegou, para os homens que faziam o trabalho no campo, seja este trabalho qual fosse, ou seja, o caipira era quem preparava o território para que a civilização pudesse vir e crescer. E assim ficou caipira, o homem do campo, mas que na verdade, significa homem que corta o mato.
·       Popular: Entre a diferença entre o Popular e o Caipira (Sertanejo), neste sentido, tomemos como exemplo Zé Ramalho, Fagner, João Mineiro e Marciano, entre outros, tais artistas poderiam sim, estar em outras categorias musicais, como raiz, sertaneja, etc, mas eles ultrapassaram este ponto, caíram em gosto popular, criaram canções que serão tocadas eternamente, enfim, eles transcenderam o grupo cultura do Caipira, do Sertão e chegaram até o mainstream, o pop; ou seja, eles alcançaram a eternidade com seus sons.
      Assim, mesmo nós quem ouvimos sons alternativos, contemporâneos, temos que manter o respeito com os outros estilos, porque a batalha deles também é longa e intensa.








Edsonnando Cd Duplex of Currently Trance


    E aqui, para terminar este post sobre Folklore e Caipira, um som totalmente atual, Psy Trance, Goa Trance, Progressive Trance e House nos dois sets mixados a seguir, espero que apreciem. Até mais amigos, obrigado por lerem, ouvirem, comentarem e compartilharem este blog. See ya.



Set de Progressive Trance e Trance



Set de Goa Trance e Psy Trance

domingo, 15 de março de 2015

Conformidade, Disclosure e Contabilidade Social


Compliance, Disclosure e Social Accountability
Conformidade, Evidenciação Contábil e Contabilidade Social.
          
            Existem muitos tipos de riqueza; engana-se quem pensa que as riquezas sejam apenas bens, trabalho e renda – muito menos reservas e investimentos. Isto é riqueza, claro, mas a mais efêmera delas; outros valores preciosos, como a natureza, a perfeição de um sistema de mensuração, a autossuficiência de uma empresa, além do conhecimento e de outros valores & recursos mais abstratos e naturais, são todos, também, medidas de riqueza; porém o brasileiro esquece-se destes valores, e só valoriza, na maioria das vezes, o brilho do ouro dos tolos.

Resumo: A civilidade sofreu graves alterações com o advento da industrialização e novas tecnologias que o século XX os introduziu. As empresas, peças chaves da industrialização, causaram as maiores modificações no meio social que já havia sido noticiada, em virtude da ação única e exclusiva da humanidade, que em busca de produtos, processos, matérias-primas e resíduos, continua, até hoje a exaurir e poluir o meio ambiente e a própria civilização. O X da questão desta postagem é a consciência da necessidade de um novo modelo de contabilização social; onde se encerra os modos antiquados (que buscavam desgastar o planeta), e põe-se em prática o modo contemporâneo (em busca de um equilíbrio planetário, econômico,  em busca de técnicas que condizem fielmente com aquilo que a empresa pratica / obteve / observou). A contabilidade social busca trazer às empresas aos espólios que elas próprias enterraram profundamente, e que agora, terão de desenterrar (mais profundamente ainda) e realizar uma precisa restauração para que o eixo mundial volte a trilhar um rumo sustentável e viável.

Introdução: Postagem em formato que lembra um artigo científico, mas com a liberdade de expressão e liberdade linguística que apenas um blog autoral pode ter. Livros do Edson é um blog que tem atividades regulares deste agosto de 2012 e que demonstra um conteúdo voltado às tendências cults, as mixagens, ao som underground, ao som eletrônico, ao RPG, a poesia, as artes em geral, isto no lado lúdico e recreativo das postagens; o outro tanto do blog é sobre análises sociais, filosóficas, além de conteúdos sobre contabilidade, controladoria, administração e Recursos Humanos, entre outros temas mais sérios e contemporâneos pré 2010 e pós 2010.
        Desta vez meus amigos, a mais pura contabilidade atualizada e revisada: o triplo eixo que veremos a seguir - Conformidade, Disclosure e Contabilidade Social – nos põe em frente ao que há de mais avant garde em termos de responsabilidade social e ambiental da empresa. Entendemos que algumas postagens atrás, vimos neste mesmo blog sobre oDVA (Demonstrativo de Valor Adicionado) e o Balanço Social das entidades, nesta postagem veremos que estes mesmos dois demonstrativos que citamos podem ser Conformidade ou Disclosure, onde conformidade diz de exigências contratuais, por exemplo, a exigência da publicação anual do DVA e do BS, e disclosure é uma abertura da empresa a suas contas e operações mais secretas mas sobretudo legais, obvio, digamos assim. A contabilidade Social é todo o contexto social que há por trás de cada número dos demonstrativos da empresa, de acordo com uma dada ótica ou outra, dentro da esfera da responsabilidade social.
        Isto diz sim de caridade, meio ambiente, mas diz também de lucros, perdas, atrasos ou sucessos em obras, processos, aceitação de produtos, etc. Por exemplo, vamos supor que um contrato seja firmado para a construção de uma rodovia, que deva cruza um fragmento de mata atlântica, se isto fosse feito em SP, Brasil, a mata deveria ser preservada e nem adiantaria perder tempo com ações judiciais para que fosse autorizada a derrubada da mata, isto, mais do que disclosure, é Conformidade, uma vez que a legislação exige que isto seja feito deste modo. Em outro exemplo, quando uma empresa oferece bolsas de estudos a funcionários, estimula a cultura, a inovação, inclusive com valores monetários e benefícios extras no salário, e divulga isto de modo despretensioso e sem interesse algum, isto é disclosure, voluntário, que quase sempre atrai a atenção de bons investidores. Uma vez que estas atitudes, mantem sempre mais saudável o ambiente empresarial e mantem o nível de inovação da empresa sempre elevado. Assim, a contabilidade social ajuda a evitar problemas de planejamento e execução, além de prever consequências de ações e processos, analisar descarte de materiais, o peso dado à valorização do ser humano, etc et al.


Palavras Usadas:   Vejamos as palavras mais usadas nesta postagem.

      Compliance é traduzido como Conformidadeonde isto diz de manter ações / atitudes ecológicas para adequar os projetos da empresa em consonância com determinadas exigências previstas em contratos (exigências contratuais, legais, etc).

      Disclosure indica sobre os critérios de reconhecimento, mensuração e evidenciação contábil (seria a “nova” contabilidade), a palavra [Dis.clo.sure -> Des. Velado, Des encerrado, des restringido, etc ] não tem tradução fácil para o português, exceto “desvela ação”, o dicionário online do site My English on Line, o Collins versão avançada, tem a seguinte definição N-VAR Disclosure is the act of giving people new or secret information.□ ...insufficient disclosure of negative information about thecompanyisto é, Disclosure é o ato de dar novo nome a uma pessoa ou dar uma informação secreta, depois um exemplo, ... insuficientes “desvela ações” de negativas informações acerca da empresa.  o site da Investopedia [LINK da INVESTOPEDIAAQUI - http://www.investopedia.com/terms/d/disclosure.asp] diz assim desta mesma palavra:The act of releasing all relevant information pertaining to a company that may influence an investment decision. In order to be listed on major U.S. stock exchanges, companies must follow all of the Securities and Exchange Commission's disclosure requirements and regulationsIsto diz do ato de lançar todas as informações relevantes pertinentes a compania de modo que estas informações possam influenciar (nortear) a decisão do investidor. Depois o exemplo, Na certeza de serem listadas na bolsa de valores como valorosas, companhias devem seguir todos os Requisitos do Disclosure e suas regulações.

      Social Accountability (ou simplesmente Account) é Contabilidade Social (ou Conta Social), a entidade SAI SocialAccountability International é quem regula as normas SA8000 sobre este tipo de contabilidade.
      Stakeholders: tomadores de informações contábeis; pode ser qualquer agente / categoria de pessoa, como um funcionário interessado em saber se a empresa nada bem e seu emprego é garantido, ou um investidor, querendo saber se seu dinheiro será bem administrado, etc...
      Environmental: Meio Ambiente e / ou o que circunda a empresa, ambientalmente.
      Community: Comunidade, meio social.
      Mandatory: Coercitivo, obrigatório, contratual, etc
      Voluntary: Voluntário e espontâneo.


Conformidade:  Esta importante, e de certo modo, até simples, concepção do triplo eixo da Contabilidade Social, nada mais diz do que a conformidade; ou seja, se há acordo ou não com as leis, os dispostos nos direitos universais do ser humano, nos estatutos da criança e do adolescente; enfim, a conformidade, mas do que dizer das exigências contratuais e de seus precisos cumprimentos, diz também do acordo, da conformidade que há nos processos e operações que a empresa faz.
    Além disto, no caso de operações que envolvam mais do que um país, um sistema contábil / legal, este aspecto também tem a função de analisar a compatibilidade ou não dos processos e operações nos países envolvidos com a questão – tudo como sempre, deve estar dentro dos conformes.
        Em economias globalizadas, sem conformidade não se vai a lugar algum!


Evidenciação Contábil:  A empresa ao qual devemos trabalhar não é uma unidade isolada, em um planeta de solitário, muito pelo contrário: concorrentes, fornecedores, clientes, parceiros, sócios, agentes de outras empresas ou entidades, enfim, todos estes tem que interagir com a empresa ao qual temos que fazer nosso trabalho. Mas isto não é tudo, a empresa usa recursos naturais, usa mão de obra, usa recursos do governo e / ou  usa recursos de pesquisas, enfim; a empresa deve prestar conta de como anda sua relação com meio ambiente, comunidade, empregabilidade, além de dizer sobre os recursos usados, isto é disclosure.
(excerto de Artigo) Interpretação das tendências do Disclosure Social no Reino Unido - extraído e traduzido do artigo Corporate Social andEnrironmental Reporting de Rob Gray e outros autores. Publicado no Periódico Contabilizar, Auditar e Contabilidade (AccountingAuditing & AccountabilityJournal), Vol 8 1995:
No geral, o fator mais decisivo ao emergir das tendências, consideravelmente, acerca do crescimento de ambas as proporções / razões / funções das companhias, as de terem ações de “desvela ações” e de alcance (extensão) do Disclosure, são elas mesmas - as próprias tendências.
No final de 1970, CSR UK (Corporate Social Reporting UK - Reino Unido Relatório Social Corporativo) era tipificado por aproximadamente uma página de relatórios sobre disclosure de empregados mais os disclosure de doações para a caridade. O Relatório Disclosure do Empregado era dominado por dados de emprego mais detalhes sobre "outros empregados" (predominantemente em agradecimento ao pessoal, discussões de redundância e, menos frequente, estatísticas longitudinais nos índices de emprego e rotatividade de empregado).
 A isto estava adicionado algumas informações irregulares do Disclosure sobre o desemprego no Sul da África e informações sobre pensões.
Perto dos anos 1990, enquanto relatórios disclosure de empregados continuavam dominando o CSR UK, onde o Disclosure se tornara uma matéria extensora do alcance do relatório do empregado. Em adição, as desvela ação acerca da comunidade e meio ambiente tiveram crescimento significativo.



     Os gráficos acima dizem da aceitação das práticas de Disclosing no Reino Unido, mostrando o crescente interesse do assunto de modo voluntário das empresas, sem ser uma prática atrelada a uma exigência contratual, por exemplo. Os gráficos são do artigo citado acima, sobre o Disclosure no Reino Unido.
     Confuso? Claro? O que vocês acharam? A Disclosure é de certa forma complicada mesmo, tanto que nem palavra semelhante, de modo fácil, se tem em nosso idioma. Para entender o disclosure é necessário entender a mentalidade do Europeu, supomos. Closure é fechamento, encerramento, bloqueio, restrição, etc e etc. Um disclosure é uma coisa que foi evidenciada e demonstrada, deixou de ser fechada e encerrada. Desde a revolução industrial, quando começou a se “enriquecer” com a vida nas cidades e com a produção industrial, as empresas tinham seus closures, seus segredos, suas contas secretas que as faziam mais lucrar sobre seus concorrentes. Assim, assumimos que os closures eram fórmulas que as empresas (sociedades empresariais) usavam para manterem o bom andamento de suas atividades. E sim, está é a definição mais simples que podemos dar disto. Todavia, depois da geração de 1960, começou um novo movimento no mundo: a contabilidade social e suas consequências. Desde a década de 60 começou a se questionar pelo mundo, “ok, está certo, a industrialização trás progresso as cidades e avanço à ciência, mas isto não terá alguma consequência colateral com o meio ambiente se enfraquecendo, com a natureza se esgotando, com as relações entre os seres humanos se modificando e mesmo, se isto não  estaria a influenciar aquilo que conhecemos como humanidade, no todo?” Desta consciência toda, começou a se praticar a Contabilidade Social e o Disclosure.
     A evolução é muito complexa e sutil mesmo, quando nos damos conta – algo se mudou. Alguns pescadores já perceberam que dependendo da região onde se pega um peixe, de uma mesma espécie, ele vai ter um tom ou outro de coloração, e por que isto acontece? Graças aos hábitos alimentares, ao meio ambiente e a convivência com outros da mesma espécie. Isto é conhecido como os três estágios da evolução, não necessariamente na ordem citada. O que propomos é que as mudanças de hábitos sugeridas e tidas como consequências da industrialização podem ter acarretadas mudanças significativas na adaptabilidade do ser humana e em sua integração com o meio ambiente – o modificando drasticamente!
     A nosso ver, os temas tratados neste post, são a parte teórica e prática que a alta administração contemporânea que tem para resolver os próprios problemas que antigas e equivocadas políticas e atitudes administrativas causaram ao meio ambiente e ao meio social. Esta mudança de mentalidade que começou depois dos anos 50, que se intensificou após Woodstock (sim, a ideologia daquele festival até hoje nos faz lembrar-se de um mundo mais harmonioso, apesar da guerra que deve ser travada antes desta harmonia de fato surgir); para tornar a ganhar força perto dos anos 2000 e se tornar agenda de grandes potencias mundiais pós 2010. Ou seja, levou-se quase 60 anos para que nós brasileiros, exceção feita de grandes cidadãos que já haviam percebido esta importância sustentável (como Betinho, Chico Mendez, os irmãos Villa Boas entre grandes outros), nos déssemos conta da grande riqueza meio ambiental que tínhamos no Brasil, mas a continuamos destruindo. De fato, temos leis ambientais, mas elas põem mais em risco a natureza do que a salvam; quando não punem como deveriam os contraventores, os bandidos que exploram as matas, os rios, contaminam os lençóis d’água e tudo isto apenas em nome de pastos, pedaços de terra, ganâncias e uma dita “riqueza”, porém totalmente insustentável.


Contabilidade Social:
   A Contabilidade Social nasceu da necessidade de melhor informar a sociedade acerca da lisura e transparência nos rendimentos auferidos pela empresa, em suas atividades e operações. Tema que sempre enfrentou muita resistência, mas que ao que tudo indica à partir de 2015 vão se tornar mais comuns vermos empresas com o selo SA8000, vejamos algumas breves explicações sobre o tema.


     Estes são os requerimentos SAI sobre a contabilidade Social sobre a ótica de Livros do Edson sobre o panorama geral do Brasil:
1.     Trabalho Infantil: Muito comuns ainda termos no Brasil a mentalidade da criança poder trabalhar com os pais - a lei permite menor aprendiz a partir de 14 anos de idade, sendo estudante, antes disto é ilegal.
2.     Forçado ou Trabalho Compulsório: As condições de trabalho forçadas ou precárias ainda existem em alguns pontos do Brasil, infelizmente.
3.     Saúde e Segurança: Os trabalhadores brasileiros se afastam muito do trabalho, adoentam-se, afundam-se em vícios e também apresentam problemas psicológicos. Esforços vêm sendo feitos para melhorar as condições de trabalho no Brasil, mas o próprio poder  público dá maus exemplos de como tratar o trabalhador.
4.     Liberdade de Associação & Direitos Coletivos de Negociação: Há que se respeitar a livre associação de classe e sindical. Mas isto ainda não é totalmente livre no Brasil.
5.     Discriminação: O trabalho deve ocorrer sem discriminações ou preconceitos, de credo, cor, raça, orientação sexual, idade, etc.
6.     Práticas Disciplinares: Como são feitas as sanções disciplinares junto aos funcionários e parceiros da empresa?
7.     Horas Trabalhadas: No Brasil ainda tem funcionários que entram na empresa a cinco da manhã e só saem as cinco da tarde, de segunda a sexta, isto é ilegal, e só acontece porque os sindicatos acobertam estas práticas e as horas extras são lançadas de modo errado nas folhas de pagamento (contabilização mentirosa e equivocada), infelizmente, no Brasil, a fiscalização só funciona a base da denúncia, das blitz ou das operações.
8.     Remuneração: Parece que o salário está a subir no Brasil, mas ainda é irrisório se comparado com países de primeiro mundo ou mesmo com nossos irmãos mais fortunados da América latina.
9.     Sistema Gerencial: Sped é obrigatório – sistema público de escrituração digital. O Brasil esforça-se para se atualizar nos sistemas gerenciais, mas os empresários nacionais (geralmente pequenos e médios) insistem a esta tendência mundial.



      Assim, torna-se claro que mais esforços do Governo na aplicação da adequação AS8000 deve ocorrer, uma vez que os paradigmas e requerimentos da contabilidade social vai de encontra as carências e as anseios da nação Brasileira. Assim, a SA8000 é uma certificação contábil de compromisso com a responsabilidade Social (e o meio ambiente). Como a nossa legislação tributária brasileira, o SA8000 passou por um período de transição e a versão à partir de 2015, agora, será a certificação definição aos padrões da contabilidade social, ou seja, a empresa deve agregar lucro e produzir cada vez mais, mas com responsabilidade e compromisso social.





     O artigo acima Discurso ético e Social da Contabilidade de Dirk Ulrich Gilbert e Andreas Rasche (Discourse Ethics and Social Accountability: The Ethics of SA8000), assim diz, num trecho “A contabilidade social começou a ser discutida, a sua implementação, em 1970, mas entrou na agenda pública em 1980, mas não tinha a sua atenção devida ainda em meados dos anos 90”. O estudo científico internacional é mais sério do que o nosso brasileiro, eu não pude baixar o livro / artigo na integra, era pago, em dólares, enfim, de todo modo, vemos que existe um esforço mundial para adequar a realidade empresarial a contabilidade social, e vice e versa, este caminho é de mão dupla.


Conclusão: A contabilidade está em constante processo de atualização, para acompanhar as mudanças (e necessidades do mundo atualmente), a contabilidade é uma ciência social aplicada, por natureza, assim acompanhar estas mudanças na sociedade e nas empresas, é sim, tarefa dos contabilistas e dos modelos contábeis.  
      O status da profissão no Brasil ainda não permite que existam aqui escritórios contábeis exclusivamente relacionados: à Perícia, à contabilidade Gerencial ou a Contabilidade Social, única e exclusivamente relacionado a cada uma destas especializações.  Ou seja, os MBAs os mestrados e as especializações ainda são vistas com desconfiança pela pulação brasileira, e as pesquisas contábeis (acadêmicas ou técnicas) também encontram muito pouco, mas ainda que encontrem algum apoio, com sorte.
       Isto diz de como o Brasil ainda tem muito que fazer para se tornar um país em conformidade com as práticas contábeis atualmente aceitas (e bem aceitas) mundo a fora. Com esta singela postagem, fazemos um pouco da divulgação desta nova mentalidade, aguardando o momento oportuno para que este novo paradigma integre-se, de uma vez por todas, a nossa realidade brasileira. Muito obrigado por sua leitura e por compartilhar (e comentar sobre) este blog.


Anexos:


Tabela de Contabilidade Gerencial VS Fatores Benchmark – retirado do Quadro 13.14 do Livro Contabilidade Gerencial de Anthony Atkinson e Outros; tradução de André Olímpio Mosselman, Atlas: 2008.
Método de Contabilidade Gerencial
Fatores Benchmark
Custeio do Ciclo de Vida Total
Como as outras empresas definem seus conceitos de ciclo vida;
Como as outras empresas contabilizam os custos durante o ciclo;
Nível dos  custos comprometidos a cada fase do ciclo de vida do produto;
Estrutura e Cultura Organizacionais: gerir custos ciclo vida.
Custeio-meta
O método pelo qual os preços-meta são determinados;
O método pelo qual os custos-metas são determinados;
Relação com fornecedores;
O papel da engenharia de valor de custo-meta;
Estrutura e cultura organizacional para gerir custeio-meta.
Custeio Kaizen
O conceito global de redução de custo;
Como determinar as metas de redução de custo;
Qual a periodicidade para revisar as metas de redução custos;
Estrutura e cultura organizacional usadas para gerir o custeioKaizen.
Custeio de Qualidade
Como empresas classificam seus custos de qualidade em: Custos de prevenção, Custos de Avaliação, Custos de falhas internas, Custos de falhas externas;
Estrutura e cultura organizacional usada para gerir os custos de qualidade.



IRPJ – CONTRIBUIÇÃO SOBRE LUCRO Líquido CSLL – LEI 12.973 / 2014 – modelo básico
Base legal: Citada Lei, art. 12:
Nomenclatura
Valores
A soma de (I) Venda de Produtos e / ou (II) Prestação de Serviços + (III) Resultados Financeiros + (IVReceitas de Outras atividades não compreendidas anteriormente.
Receita Bruta
R$
BEFIEX – IN SRF n°51/78 e ADN CST n° 19/81
+ Crédito Prêmio IPI decorrente de Importação Incentivada
R$
O ICMS também integra a Receita Bruta, considerado como uma parcela redutora para fins de apuração de receita líquida.
Receita Bruta para Cálculo de Receita Líquida
R$
Artigo 12 da referida lei, parágrafo 1° inciso I.
(-) Devoluções e Vendas Canceladas
R$
Artigo 12 da referida lei, § 1° inciso II.
(-)  descontos concedidos de forma incondicional.
R$
Artigo 12 da referida lei, § 1° inciso III.
Além da Lei 9718/98, art. 3, §1°.
(-) Tributos incidentes sobre a receita líquida (ICMS sem substituição tributária, ISS, IE, COFINS, PIS – estas últimas que as contribuições integrem o lucro líquido )
R$
Artigo 12 da referida lei, parágrafo 1° inciso IV.
(-) ajustes a valor presente operação vinculada a receita bruta.
R$
Lembramos que esta planilha é a básica da básica do lucro líquido para fins fiscais / receitas. Dependendo da atividade, se exporta o não, do regime fiscal e de outros fatores, a empresa pode ter outros acréscimos, descontos, isenções, substituições, etc. Tal planilha demonstra apenas como andam os esforços do Governo para trazerem a contabilidade brasileira ao século XXI.
Receita Líquida para PJ Domiciliada no Brasil e  / ou Receita líquida de contribuição de Finalidade de seguridade Social
R$

Não era a lata, era a alta.